CONTINUAÇÃO...
Ensaio de casamento...
- Pai, você tinha mesmo que convidar o Pierre?
- Danny, meu filho, ele é filho do meu melhor amigo, e meu melhor amigo não pode faltar no meu casamento.
- É só um enteado.
- Danny. - Repreende o filho.
- Ok, tudo bem, parei. Eu gosto do tio Rob, mas.. Ok, não vou flar mais nada.
- HAHAHA, você é uma figura, igualzinho sua mãe.
- Ainda me lembro um pouco dela, mas vejo a imagem dela sumir a cada dia.
- Danny, olhe pra sua irmã e não se esquecerá jamais.
- Me lembro que ela era muito carinhosa, e sabia dar conselhos como ninguém apesar de não ter tido a oportunidade de me aconselhar.
- Você é um bom conselheiro como ela era. Por isso não me surpreendo que tenha feito a mesma escolha que ela em sua profissão.
- Sinto falta dela.
- Eu também.
- Pai, como é se casar pela segunda vez?
- Bom, eu olho esse ensaio e me lembro do primeiro ensaio... Sua mãe estava linda, claro que tudo era mais simples não tínhamos muito dinheiro, mesmo assim sua mãe estava linda, e eu não conseguia parar de sorrir, não ficava parado, estava toda hora me mexendo e procurando-a com os olhos, toda vez que os olhares se cruzavam, sorriamos. Agora não sei dizer se é diferente, mas eu amo a Brigite, e não é como amava sua mãe, não é maior e nem menor apenas diferente, difícil de explicar. - ele olha por toda a festa, encontra o olhar de Bri e sorriem.
- Pode não ser o mesmo amor, mas você está exatamente como quando se casou com a mamãe. - ia saindo após bater de leve nas costas do pai, mas se vira. - Eu gosto muito da Bri, você escolheu a esposa certa. - se retira deixando seu pai com um sorriso bobo no rosto.
O ensaio estava bombando vários convidado, muita alegria e animação, os avós Jones e o pai da Bri ainda não haviam chegado, pois só estariam para o casamento...
- Cadê minha girlfriend?
- Vomitando. - Gabi responde sorrindo, Danny faz cara de que tem nojo e todos riem. - E meu boyfriend? Você viu?
- Não.
- Atrasado só pra variar.
- Amiga, relaxa, está cedo, ele está trabalhando.
- Sempre está trabalhando Manu. - bufa.
- Owww, que música linda! Quem será que escolheu o repertório? Eu claro. - Tom se vangloria e Dayana se aproxima abraçando Danny. - Humilde dama, quer dançar comigo e juntar-se aos demais casais da pista? - Manu ri e aceita.
- Aproveitando a deixa, dança comigo? - Danny puxa Dayana, e sobra Harry e Gabriela.
- Cadê a Emily?
- Não sei. - Brigite chama Gabi com um gesto de mão.
- Ain, droga! A Bri está me chamando.
- Qual o problema? - ele sorri.
- O problema é que vou ter que ir e não tenho par.
- Não é mais problema. - estende a mão para ela.
- Não sei se o Dougie irá gostar.
- Somos amigos, e é só uma dança inocente. Eu me responsabilizo.
- Se é assim. - sorri e segura sua mão, vão até a pista, todos dançando quando Dougie chega de um lado do salão, e Emily do outro.
CONTINUA...
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Oh, Jones! parte 79
Continuação....
- Não acredito, esse meu irmão.
-É, Lizzie, pra você ver o que eu passo. - Dougie se aproxima das duas.
- Olá, meninas. - as duas respondem juntas. - Desculpa ter sido um idiota! - Lizzie sorri, e Gabi faz charme. - Por favor...
- Bom, eu já vou, deixa ela rasteja mais um pouco. Beijo. - mostra a língua pro irmão.
- Ok, eu desculpo, mas nunca me dê um bolo desses novamente.
- Pode deixar. - beija ela. - Agora tira essa cara emburradinha.
- Tá legal. - sorri quando ele começa a beija seu rosto todos, então Judd passa junto com Emily. - E aí amiga, como foi lá?
- Foi triste, mas nem tanto.
- O Pai dela está muito fraco, mas a recebeu.
- Pedi desculpas, foi uma choradeira só. - Harry e ela vão se complementando.
- Aos poucos vai tudo melhorar.
- Eu, espero mesmo, Gabi. Ainda não vi minha mãe, verei hoje.
- Bom, está na hora da aula. - Harry avisa.
- Ei, Harry, podemos conversar.
- Agora, Dougie?
- É, pode perder a primeira aula?
- Talvez ele até possa, mas você não, Senhor Poynter.
- Amor, é importante.
- Importante é você passar de ano, podem falar no intervalo.
- Ok, conversamos no intervalo, Harry.
- Ok, cara.
No intervalo...
- Ain, o que será que estão falando? - Aflita.
- Gabi, relaxa. - Daya fala.
- Como relaxa? Espero que não briguem. - Em. diz tão aflita quanto Gabi.
- Eles vão se entender.
- Como sabe, Danny? - todas a meninas perguntam e Tom sorri maroto e diz.
- Somos amigos a vida toda, não iriamos parar de nos falar por vocês. - as meninas mudam de expressão. - Não que vocês não sejam importante, é que amizade é amizade. - sorri, e as meninas voltam a olhar pros dois do outro lado do pátio.
- Na verdade, eu ia dizer que sei por que ontem conversei com o Dougie e sou muito bom com conselhos. Serei um ótimo psicologo.
Enquanto isso ao lado da mesa deles...
- Será que farão as pazes? - Cecília pergunta.
- Não faz diferença. - Pierre diz sem mais.
- Eles não são importantes. Eu quero o Danny, você o Tom e o Pierre a Dayana, o resto que se exploda.
- Ok, Olívia, mas além disso quero me vingar da Daves e da Granger.
- Eu sei, Ceci, mas vá com calma. - Olívia para de questionar vendo Dayana correr para o banheiro. - Ela não sia do banheiro,... será... Owh meu Deus!
- Que foi? - Bouvier questiona.
- A Araújo está grávida.
- Impossível, ela é virgem.
- Pierre cai na real, era virgem com você. - Ceci comenta.
- Ela não pode! - Pierre entra em choque.
- Calma, relaxa, é somente uma possibilidade.
Mais a frente...
- Então Amigos?
- Sempre. - Harry responde e se abraçam forte.
- Vai voltar com a Daves?
- Eu? Não.
- Por quê? Ela é super gata.
- Ah, não quero magoa-la, não somos mais os mesmos.
- Ainda está curtindo a minha garota?
- Cara, está passando, o problema é que vejo a Em. como uma grande amiga, agora. Quem sabe outra garota.
- Que pena, porque ela ainda te ama.
- É eu sei. - cabisbaixo.
Depois da aula...
- Adoro provar esse vestido maravilhoso.
- É lindo mesmo, Gabi. - Lizzie palpita.
- Então, estou gata? - Dayana sai do provador fazendo uma dancinha.
- Opa! - Bri sai do provador.
- Uauuu! - as três falam após abrir a boca.
- Gostaram?
- Meu pai vai se apaixonar ainda mais.
- HAHAHA, boba. Vocês também estão lindas.
- Não mais que você. - Gabi diz olhando-a.
- Que bom, afinal seria um desastre estar mais linda que a noiva. - Lizzie diz fazendo todas rirem, em seguida Dayana corre para o banheiro.
- Está tudo bem com ela?
- Sim, Bri. - Gabi responde e muda de assunto rápido para não ter outras questões. - E os sapatos, que lindos.
- Verdade, tipo Cinderela. - Lizzie ajuda.
- Obrigada, meninas. - Bri agradece, mas acha tudo muito estranho. - Eu já vou.
- Podemos ficar?
- Sim, Gabi, pode. Só não chegue tarde.
- Sim, senhora Jones.
- HAHAHA, ainda não. Ainda... - suspira. - Falando nisso acho que vou velo antes de ir pra casa resolver os preparativos.
- Noiva apaixonada é outra coisa. - Lizzie comenta.
- Mandem um beijo pra minha norinha. Beijo. - vai se trocar para ir embora.
- Essa foi por pouco.
- Nem me fale, Gabi.
CONTINUA...
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Oh, Jones! parte 78.
Semana do casamento do Sr. e futura Sra. Jones....
- Amor, hoje tem jantar lá em casa, viu? Não se atrase.
- Pode deixa, linda. - Dougie beija ela. - Agora preciso ir trabalhar, até a noite.
- Até. - manda beijo no ar. Dayana se aproxima.
- Oi, amiga.
- Oi, óh, o Danny te avisou do jantar de hoje, né?
- Sim, sim. Só a família.
- É. Estou tão ansiosa pro casamento.
- Quem diria, em? Você amiga da Bri e ansiosa pro casamento dela com seu pai.
- HAHAHA, pois é. Ela é muito legal, apesar das novas regras, eu gosto dela.
- Que bom, amiga! É bom te ver assim, feliz.
- Estou mesmo! - suspira - Eu e o Dougie juntos e muito bem, meu pai se casando com quem eu gosto, você e meu irmão juntos, uma cunhada incrível. - Daya abraça ela.
- Ownnnn, você é a melhor cunhada de todas. E a minha melhor amiga pra sempre.
- E sempre. - Manu e Emily se aproximam.
- E esse amor todo aí. - dizem juntas e todos riem.
- A Gabi finalmente está totalmente feliz. - Daya explica.
- Ownnnnn.
- Não falem muito alto se não algo acontece. - Em. cochicha depois que Manu também comemora.
- Então nem vamos falar mais. - Gabi cochicha e todas caem na gargalhada.
- Qual o motivo de tanta felicidade? - Harry pergunta se aproximando delas.
- Estamos comemorando a felicidade em que a vida da Gabi anda no momento. - Dayana conta cochichando, e todas riem de novo, ele não entende, mas ri.
- Que bom, Gabi. Espero que continue assim. - sorri olhando-a nos olhos.
- Obrigada, Judd. - ela cora, mas disfarça bem o suficiente para as amigas não repararem.
- Vamos, Daves?
- Onde vão? - Gabi questiona.
- Ver meu pai.
- Ah, é! É hoje. - abraça a amiga. - Boa sorte, dará tudo certo.
- Obrigada, Gabi. - sorri.
- Judd, toma conta dela. - Daya manda e ele assente com a cabeça. -abraça, Daves.
- Amiga, qualquer coisa me liga, estou aqui. - se abraçam.
- Obrigada, Manu.
- Tem certeza que não quer que vamos juntas também?
- Tenho sim, Sra. Granger. - sorri. - Falo com vocês mais tarde.
- Vamos? - Harry sorri a chamando, e ela balança a cabeça em afirmativa, se retiram de mão dadas, Gabriela olha por um tempo, mas logo sacode a cabeça. E os outros meninos chegam.
- Oi, meninas. - dizem juntos e elas sorriem.
- Vamos pra casa, Mana?
- Vamos, nos vemos mais tarde meninas. - Danny beija a namorada e saem.
- Iii, fiquei de vela.
- Cala a boca, Dayana. - Manu repreende e caem todos na gargalhada.
- Maldade mandar uma grávida calar a boca. - Tom brinca.
- Mas, me contem, as músicas pras apresentações estão prontas?
- Quase, amiga, falta uma, a principal.
- É, mas hoje mesmo já iremos trabalhar nela, né, linda? - olha pra Manu que concorda.
- Boa sorte.
- Será a mesma do casamento do Senhor Jones. - Tom explica. - Ele é como um pai pra mim e me pediu pra cantar quando a Bri entrar .
- Que honra! - Daya diz.
O sol se foi e a Lua chegou, era finalmente a hora do jantar....
- Filha, vamos começar a jantar, acho que ele não vem.
- Espera mais um pouco, pai, ele deve estar chegando.
- Gabi, já está atrasado faz meia hora. - Bri quem fala dessa vez.
- Mais cinco minutinhos...
- Então esperamos mais esses cinco minutinhos. - Danny diz e a campainha toca.
- Deve ser ele, vou atender. - Gabriela corre para abrir a porta, abre. - Harry?
- Oi, desculpa atrapalhar o jantar de família, mas é que preciso falar com seu pai dois segundos.
- Entra. - segue até a sala de jantar. - Pai, o Harry.
- Oi, desculpa atrapalhar.
- Magina, querido, você nunca atrapalha. - Bri responde.
- É, que o senhor Jaspidê me ligou e precisava muito falar com você e não conseguia. Parece que o telefone de casa estava desligado, ele pediu pra eu pedir desculpas por atrapalhar, mas é urgente.
- Nossa, ok, obrigado, vou telefonar, já volto. - Senhor Jones se retira.
- Sente-se com a gente Harry. - Bri convida.
- Obrigado, mas já vou.
- Fica, véi. - Danny insiste. E a campainha toca novamente.
- Agora é ele! - Gabi sorri e sai correndo até a porta, em segundos volta. - Não era ele, era o namorado da Gigi, nossa empregada. - bufa.
- Acho que é melhor comermos. - Daya tenta falar sem irritar a amiga.
- Ok, vocês venceram.
- Bom, e então eu já vou. - Harry se pronuncia seguindo até a porta, mas o Senhor Jones volta.
- Você fica, e não aceito não como resposta, é meu convidado, salvou um dos meus melhores clientes. - se sentam. - E o Dougie?
- Vamos começar sem ele. - Gabi diz desanimada. - Eu mato ele.
- Talvez ele tenha ficado preso no serviço, não fique assim, espere pra conversar. - Harry fala.
- Isso mesmo, querida, Harry tem toda a razão.
Alguns minutos do jantar servido, Dougie chega...
- Me desculpe o atraso, fiquei preso no serviço, e até ir em casa, desculpe.
- Tudo bem, querido. - Bri aceita as desculpas por todos, e o menino se senta a mesa. - Gigi, coloque mais um prato à mesa, nosso convidado chegou.
- Continue, Judd, e aí o que aconteceu? - Sr. Jones pergunta animado.
- Aí, eu e o Danny corremos como loucos, juntos fizemos o gol da vitória.
- Foi demais, pai, a melhor jogada de todos, eu e o Harry somos um grande time.
- Fato, são perfeitos, foi jogada de mestre, deu orgulho e tudo! - Gabi complementa seu irmão, e Dougie boia.
- Maas, a Gabi e a Emily fizeram a melhor dança de vitória, as duas também são um grande time. - Harry elogia.
- Verdade, nossa, fiquei muito orgulhosa desses meus amigos. - Dayana quem complementa agora, mal termina de falar e sente enjoo. - Preciso pedir licença. - se retirar na maior velocidade e corre para o banheiro.
- Será que ela está bem? - Danny se preocupa.
- Eu vejo. - Gabi se oferece e se retira para ver a amiga.
No final do jantar...
- Muito obrigado pelo jantar, já vou. - Judd cumprimenta todos.
- Filha, leve ele até a porta.
- Por que eu, pai?
- Eu vou sozinho, sou de casa já.
- Que isso? Ela vai te levar. - Sr. Jones a olha repreendendo,e ela vai.
- Desculpa. - diz sem olha-lo.
- Tudo bem, Gabi. Tchau.
- Tchau. - ele beija sua bochecha. - Se entenda com ele. - foi embora.
- Bom, crianças, eu e Bri vamos descansar, boa noite. - já ia subindo. - Nada de dormir tarde. - sobem.
- Vou levar a Daya em casa.
- Já, amiga?
- Já sim. - Daya cumprimenta os dois e sai com Danny em seu alcance.
- Que palhaçada foi essa? Por que o Harry estava aqui?
- Dougie, ele não veio jantar.
- Veio fazer o que então?
- Ele está estagiando na empresa do meu pai, ele quer ser advogado também. E veio dar um recado muito importante.
- Ele não conhece telefone?
- O telefone estava fora do gancho.
- Ow, que ótimo! Que desculpa maravilhosa.
- Não é desculpa, pergunte pra qualquer um.
- Certo, mas você adorou essa coincidência, não é?
- Não!
- Você adorou, confessa!
- Quer saber? Eu devia ter adorado mesmo, afinal fiz todo minha família te esperar por 40 minutos, e você não chegou, fiz papel de idiota,e não estou reclamando! Se quer por a culpa em mim a vontade, mas a culpa de você não ter sentado ao meu lado da mesa foi de quem? Minha que não foi. Não vou ficar brigando, boa noite. - sobe as escadas, e ele fica ali parado digerindo tudo que foi dito, minutos depois Danny retorna.
- O que faz aqui sozinho, cara?
- Eu sou um idiota.
- Isso é mesmo, você se atrasou mais que uma hora no jantar de casamento dos pais da sua namorada. E quando chegou ficou de cara feia o tempo inteiro. Sei que é normal ter ciúmes, mas cai na real, o Harry está fazendo de tudo pra você perdoar ele, ele nem olha pra minha irmã de medo de pensar algo diferente sobre os dois. Ele te respeita, e gosta de você, não afaste mais as pessoas que te amam. Primeiro foi sua mãe, depois sua irmã, quase a Gabi, o Harry. Não perca as pessoas que ama. - Danny sobe.
CONTINUA...
- Amor, hoje tem jantar lá em casa, viu? Não se atrase.
- Pode deixa, linda. - Dougie beija ela. - Agora preciso ir trabalhar, até a noite.
- Até. - manda beijo no ar. Dayana se aproxima.
- Oi, amiga.
- Oi, óh, o Danny te avisou do jantar de hoje, né?
- Sim, sim. Só a família.
- É. Estou tão ansiosa pro casamento.
- Quem diria, em? Você amiga da Bri e ansiosa pro casamento dela com seu pai.
- HAHAHA, pois é. Ela é muito legal, apesar das novas regras, eu gosto dela.
- Que bom, amiga! É bom te ver assim, feliz.
- Estou mesmo! - suspira - Eu e o Dougie juntos e muito bem, meu pai se casando com quem eu gosto, você e meu irmão juntos, uma cunhada incrível. - Daya abraça ela.
- Ownnnn, você é a melhor cunhada de todas. E a minha melhor amiga pra sempre.
- E sempre. - Manu e Emily se aproximam.
- E esse amor todo aí. - dizem juntas e todos riem.
- A Gabi finalmente está totalmente feliz. - Daya explica.
- Ownnnnn.
- Não falem muito alto se não algo acontece. - Em. cochicha depois que Manu também comemora.
- Então nem vamos falar mais. - Gabi cochicha e todas caem na gargalhada.
- Qual o motivo de tanta felicidade? - Harry pergunta se aproximando delas.
- Estamos comemorando a felicidade em que a vida da Gabi anda no momento. - Dayana conta cochichando, e todas riem de novo, ele não entende, mas ri.
- Que bom, Gabi. Espero que continue assim. - sorri olhando-a nos olhos.
- Obrigada, Judd. - ela cora, mas disfarça bem o suficiente para as amigas não repararem.
- Vamos, Daves?
- Onde vão? - Gabi questiona.
- Ver meu pai.
- Ah, é! É hoje. - abraça a amiga. - Boa sorte, dará tudo certo.
- Obrigada, Gabi. - sorri.
- Judd, toma conta dela. - Daya manda e ele assente com a cabeça. -abraça, Daves.
- Amiga, qualquer coisa me liga, estou aqui. - se abraçam.
- Obrigada, Manu.
- Tem certeza que não quer que vamos juntas também?
- Tenho sim, Sra. Granger. - sorri. - Falo com vocês mais tarde.
- Vamos? - Harry sorri a chamando, e ela balança a cabeça em afirmativa, se retiram de mão dadas, Gabriela olha por um tempo, mas logo sacode a cabeça. E os outros meninos chegam.
- Oi, meninas. - dizem juntos e elas sorriem.
- Vamos pra casa, Mana?
- Vamos, nos vemos mais tarde meninas. - Danny beija a namorada e saem.
- Iii, fiquei de vela.
- Cala a boca, Dayana. - Manu repreende e caem todos na gargalhada.
- Maldade mandar uma grávida calar a boca. - Tom brinca.
- Mas, me contem, as músicas pras apresentações estão prontas?
- Quase, amiga, falta uma, a principal.
- É, mas hoje mesmo já iremos trabalhar nela, né, linda? - olha pra Manu que concorda.
- Boa sorte.
- Será a mesma do casamento do Senhor Jones. - Tom explica. - Ele é como um pai pra mim e me pediu pra cantar quando a Bri entrar .
- Que honra! - Daya diz.
O sol se foi e a Lua chegou, era finalmente a hora do jantar....
- Filha, vamos começar a jantar, acho que ele não vem.
- Espera mais um pouco, pai, ele deve estar chegando.
- Gabi, já está atrasado faz meia hora. - Bri quem fala dessa vez.
- Mais cinco minutinhos...
- Então esperamos mais esses cinco minutinhos. - Danny diz e a campainha toca.
- Deve ser ele, vou atender. - Gabriela corre para abrir a porta, abre. - Harry?
- Oi, desculpa atrapalhar o jantar de família, mas é que preciso falar com seu pai dois segundos.
- Entra. - segue até a sala de jantar. - Pai, o Harry.
- Oi, desculpa atrapalhar.
- Magina, querido, você nunca atrapalha. - Bri responde.
- É, que o senhor Jaspidê me ligou e precisava muito falar com você e não conseguia. Parece que o telefone de casa estava desligado, ele pediu pra eu pedir desculpas por atrapalhar, mas é urgente.
- Nossa, ok, obrigado, vou telefonar, já volto. - Senhor Jones se retira.
- Sente-se com a gente Harry. - Bri convida.
- Obrigado, mas já vou.
- Fica, véi. - Danny insiste. E a campainha toca novamente.
- Agora é ele! - Gabi sorri e sai correndo até a porta, em segundos volta. - Não era ele, era o namorado da Gigi, nossa empregada. - bufa.
- Acho que é melhor comermos. - Daya tenta falar sem irritar a amiga.
- Ok, vocês venceram.
- Bom, e então eu já vou. - Harry se pronuncia seguindo até a porta, mas o Senhor Jones volta.
- Você fica, e não aceito não como resposta, é meu convidado, salvou um dos meus melhores clientes. - se sentam. - E o Dougie?
- Vamos começar sem ele. - Gabi diz desanimada. - Eu mato ele.
- Talvez ele tenha ficado preso no serviço, não fique assim, espere pra conversar. - Harry fala.
- Isso mesmo, querida, Harry tem toda a razão.
Alguns minutos do jantar servido, Dougie chega...
- Me desculpe o atraso, fiquei preso no serviço, e até ir em casa, desculpe.
- Tudo bem, querido. - Bri aceita as desculpas por todos, e o menino se senta a mesa. - Gigi, coloque mais um prato à mesa, nosso convidado chegou.
- Continue, Judd, e aí o que aconteceu? - Sr. Jones pergunta animado.
- Aí, eu e o Danny corremos como loucos, juntos fizemos o gol da vitória.
- Foi demais, pai, a melhor jogada de todos, eu e o Harry somos um grande time.
- Fato, são perfeitos, foi jogada de mestre, deu orgulho e tudo! - Gabi complementa seu irmão, e Dougie boia.
- Maas, a Gabi e a Emily fizeram a melhor dança de vitória, as duas também são um grande time. - Harry elogia.
- Verdade, nossa, fiquei muito orgulhosa desses meus amigos. - Dayana quem complementa agora, mal termina de falar e sente enjoo. - Preciso pedir licença. - se retirar na maior velocidade e corre para o banheiro.
- Será que ela está bem? - Danny se preocupa.
- Eu vejo. - Gabi se oferece e se retira para ver a amiga.
No final do jantar...
- Muito obrigado pelo jantar, já vou. - Judd cumprimenta todos.
- Filha, leve ele até a porta.
- Por que eu, pai?
- Eu vou sozinho, sou de casa já.
- Que isso? Ela vai te levar. - Sr. Jones a olha repreendendo,e ela vai.
- Desculpa. - diz sem olha-lo.
- Tudo bem, Gabi. Tchau.
- Tchau. - ele beija sua bochecha. - Se entenda com ele. - foi embora.
- Bom, crianças, eu e Bri vamos descansar, boa noite. - já ia subindo. - Nada de dormir tarde. - sobem.
- Vou levar a Daya em casa.
- Já, amiga?
- Já sim. - Daya cumprimenta os dois e sai com Danny em seu alcance.
- Que palhaçada foi essa? Por que o Harry estava aqui?
- Dougie, ele não veio jantar.
- Veio fazer o que então?
- Ele está estagiando na empresa do meu pai, ele quer ser advogado também. E veio dar um recado muito importante.
- Ele não conhece telefone?
- O telefone estava fora do gancho.
- Ow, que ótimo! Que desculpa maravilhosa.
- Não é desculpa, pergunte pra qualquer um.
- Certo, mas você adorou essa coincidência, não é?
- Não!
- Você adorou, confessa!
- Quer saber? Eu devia ter adorado mesmo, afinal fiz todo minha família te esperar por 40 minutos, e você não chegou, fiz papel de idiota,e não estou reclamando! Se quer por a culpa em mim a vontade, mas a culpa de você não ter sentado ao meu lado da mesa foi de quem? Minha que não foi. Não vou ficar brigando, boa noite. - sobe as escadas, e ele fica ali parado digerindo tudo que foi dito, minutos depois Danny retorna.
- O que faz aqui sozinho, cara?
- Eu sou um idiota.
- Isso é mesmo, você se atrasou mais que uma hora no jantar de casamento dos pais da sua namorada. E quando chegou ficou de cara feia o tempo inteiro. Sei que é normal ter ciúmes, mas cai na real, o Harry está fazendo de tudo pra você perdoar ele, ele nem olha pra minha irmã de medo de pensar algo diferente sobre os dois. Ele te respeita, e gosta de você, não afaste mais as pessoas que te amam. Primeiro foi sua mãe, depois sua irmã, quase a Gabi, o Harry. Não perca as pessoas que ama. - Danny sobe.
CONTINUA...
sábado, 30 de novembro de 2013
Oh, Jones! parte 77.
- O que estavam falando?
- Nada, Danny.
- Gabi. - a repreende.
- Relaxa, eu sei me cuidar. Mais e você como está? - o abraça.
- Ah, não sei, acho que em estado de choque, não sei explicar é estranho.
- Imagino.
Alguns dias depois...
- O Dougie não veio de novo a escola. - Manu comenta.
- Ele me prometeu que ia parar de faltar.
- E onde ele está morando?
- Num hotel lá no centro.
- Ain, gente. Por isso que ele está faltando, hotéis são caros.
- Pois é, mas a diretora já o avisou que estava quase estourando em faltas, ele vai acabar repetindo.
- Bom, se ele está faltando pra pagar o hotel, então ele não falta mais.
- Como assim?
- Tem um quarto sobrando lá em casa.
- Jura? - sorri.
- Sim. Só não ofereci porque achei que ele o Harry fosse voltar a grande amizade.
- Também achei. - Lizzie se aproxima.
- Meninas.
- OI, Lizzie, está boa?
- Sim, e vocês? - ela fazem sinal com a cabeça que sim. - Cadê meu irmão?
- Não veio. - Manu quem responde.
- Desse jeito ele vai reprovar.
- É, eu falo isso pra ele todo dia. - Gabi simplesmente diz.
- Precisava falar com ele.
- Por quê, o que houve?
- Meu pai e minha mãe estão em pé de guerra novamente.
- Por quê? - Gabi se preocupa.
- Por causa do Dougie. - fala triste, e as duas ficam olhando. - Meu pai quer ir conversar com ele, pois o Dougie não pode tratar a mamãe como ele tratou, e que está mais que na hora dele voltar pra casa. Mas, a mamãe não quer que ele vá, pois acha que os dois acabaram brigando e aí que o Dougie não volta mais pra casa.
- Vixi. Pior que eu não sei também qual é a melhor entre as duas opções.
- É por isso que queria conversar com ele, apesar de eu achar que ele vai me enxotar, não seria tão ruim.
- É eu também acho. Vamos lá pra casa, ele vai aparecer lá a noite pra falar comigo, aí você conversam.
- Obrigada. Será que posso ir depois da escola com você, meus pais só gritam o dia todo não queria voltar pra lá.
- Claro. Afinal você é minha cunhadinha querida. - sorri, e as duas riem.
Mais tarde na casa dos Jone's....
- Oi, amor. - beija Gabi.
- Oi.
- Por que está séria? É por que eu faltei, né? Não tive como, mas por favor me dá bronca amanhã, hoje não estou muito bem.
- Tem alguém que quer falar com você. - Lizzie sai pela porta da cozinha.
- Oi, Dougie.
- Lizzie? O que faz aqui?
- Preciso te contar umas coisas e conversar.
- E incomodou a Gabi pra isso?
- Amor, ninguém me incomodou. Conversa com ela com calma, é importante.
- Está bem.
- Fiquem à vontade, vou estar na cozinha com as meninas. - se retira.
- E então?
- Maninho, a vida está um inferno lá em casa, mamãe e papai brigando o tempo todo e por você. O papai quer você em casa, quer te dar um bronca pra ver se você volta, que seu lugar é lá em casa, mas a mamãe não quer que ele vá porque acha que vão brigar, então eles quem estão brigando, passei o dia com a Gabi porque não aguento mais lá em casa. - lágrimas começam a escorrer.
- Lizzie. - ele se aproxima dela, vai para abraça-la e para. - Não chore.
- Volta pra casa, sinto sua falta. Sinto muita falta. - chora mais.
- Maninha. - a abraça. - Eu não posso voltar.
- Por quê?
- A mamãe...
- O que tem ela? Fala, eu mereço saber.
- Não posso.
- Você pode e deve, também sou da família e mereço saber. Não sou mais uma criança. - se solta dos braços dele.
- Mana,... O papai achou que eu fosse filho de outro, por isso foi embora de casa e quis vendê-la, nos deixando na rua sem o menor pesar. Só se importou com você. Até porque eu não era mais filho dele, mesmo tendo sido por 16 anos. Fiquei magoado, não posso mais olha-lo nos olhos. Ele voltou por que a mamãe confirmou que eu não era filho dele, mas ele sempre me disse que eu era. Também não posso mais olha-la ou ela mentiu para continuar com ele, ou ela mentiu pra mim a vida toda.
- Nossa... - fica boca-aberta.
- Também sinto sua falta, mas você me lembra eles o tempo todo, eu te olho e vejo que não sou nada naquela família. Não tenho mais pais, por isso não voltarei pra lá.
- Você é da família sim, da minha família. Você é meu irmão, e me desculpa se te faço sentir assim, mas não vou me afastar de você, por que irmãos não se separam em momentos difíceis, e eu preciso de você comigo.
- Eu sei que precisa de mim, mas... Você é só uma menina, deve continuar lá por um tempo. E não quero saber de nada de lá.
- Se se afastar, eu sai de casa também. Não posso sem você. - ele fica em silêncio, ela o beija no rosto. - não sou mais a sua irmãzinha de 10 aninhos, os anos passaram lá no meu colégio também. Posso não ser adulta, mas tenho 14 anos. - se retira, e ele também sai, vai até o jardim. Logo a Gabi vai até lá.
- Amor.
- Oi. - sorri fraco.
- Foi uma conversa difícil, não é? - ele assenti com a cabeça.
- Sim, depois te conto. - as meninas se aproximam.
- D. Poynter, tenho uma notícia ótima pra você. - ele só olha Manuela falando. - Você pode ir morar comigo e a Emily, temos um quarto sobrando, mas tem uma condição? Não pode mais faltar da escola.
- Não sei.
- Aceita, amor.
- É, cunhado aceita.
- Ele já aceitou, né, D.Poynter? - Emily quem diz e ele sorri fazendo sinal que sim.
CONTINUA...
- Nada, Danny.
- Gabi. - a repreende.
- Relaxa, eu sei me cuidar. Mais e você como está? - o abraça.
- Ah, não sei, acho que em estado de choque, não sei explicar é estranho.
- Imagino.
Alguns dias depois...
- O Dougie não veio de novo a escola. - Manu comenta.
- Ele me prometeu que ia parar de faltar.
- E onde ele está morando?
- Num hotel lá no centro.
- Ain, gente. Por isso que ele está faltando, hotéis são caros.
- Pois é, mas a diretora já o avisou que estava quase estourando em faltas, ele vai acabar repetindo.
- Bom, se ele está faltando pra pagar o hotel, então ele não falta mais.
- Como assim?
- Tem um quarto sobrando lá em casa.
- Jura? - sorri.
- Sim. Só não ofereci porque achei que ele o Harry fosse voltar a grande amizade.
- Também achei. - Lizzie se aproxima.
- Meninas.
- OI, Lizzie, está boa?
- Sim, e vocês? - ela fazem sinal com a cabeça que sim. - Cadê meu irmão?
- Não veio. - Manu quem responde.
- Desse jeito ele vai reprovar.
- É, eu falo isso pra ele todo dia. - Gabi simplesmente diz.
- Precisava falar com ele.
- Por quê, o que houve?
- Meu pai e minha mãe estão em pé de guerra novamente.
- Por quê? - Gabi se preocupa.
- Por causa do Dougie. - fala triste, e as duas ficam olhando. - Meu pai quer ir conversar com ele, pois o Dougie não pode tratar a mamãe como ele tratou, e que está mais que na hora dele voltar pra casa. Mas, a mamãe não quer que ele vá, pois acha que os dois acabaram brigando e aí que o Dougie não volta mais pra casa.
- Vixi. Pior que eu não sei também qual é a melhor entre as duas opções.
- É por isso que queria conversar com ele, apesar de eu achar que ele vai me enxotar, não seria tão ruim.
- É eu também acho. Vamos lá pra casa, ele vai aparecer lá a noite pra falar comigo, aí você conversam.
- Obrigada. Será que posso ir depois da escola com você, meus pais só gritam o dia todo não queria voltar pra lá.
- Claro. Afinal você é minha cunhadinha querida. - sorri, e as duas riem.
Mais tarde na casa dos Jone's....
- Oi, amor. - beija Gabi.
- Oi.
- Por que está séria? É por que eu faltei, né? Não tive como, mas por favor me dá bronca amanhã, hoje não estou muito bem.
- Tem alguém que quer falar com você. - Lizzie sai pela porta da cozinha.
- Oi, Dougie.
- Lizzie? O que faz aqui?
- Preciso te contar umas coisas e conversar.
- E incomodou a Gabi pra isso?
- Amor, ninguém me incomodou. Conversa com ela com calma, é importante.
- Está bem.
- Fiquem à vontade, vou estar na cozinha com as meninas. - se retira.
- E então?
- Maninho, a vida está um inferno lá em casa, mamãe e papai brigando o tempo todo e por você. O papai quer você em casa, quer te dar um bronca pra ver se você volta, que seu lugar é lá em casa, mas a mamãe não quer que ele vá porque acha que vão brigar, então eles quem estão brigando, passei o dia com a Gabi porque não aguento mais lá em casa. - lágrimas começam a escorrer.
- Lizzie. - ele se aproxima dela, vai para abraça-la e para. - Não chore.
- Volta pra casa, sinto sua falta. Sinto muita falta. - chora mais.
- Maninha. - a abraça. - Eu não posso voltar.
- Por quê?
- A mamãe...
- O que tem ela? Fala, eu mereço saber.
- Não posso.
- Você pode e deve, também sou da família e mereço saber. Não sou mais uma criança. - se solta dos braços dele.
- Mana,... O papai achou que eu fosse filho de outro, por isso foi embora de casa e quis vendê-la, nos deixando na rua sem o menor pesar. Só se importou com você. Até porque eu não era mais filho dele, mesmo tendo sido por 16 anos. Fiquei magoado, não posso mais olha-lo nos olhos. Ele voltou por que a mamãe confirmou que eu não era filho dele, mas ele sempre me disse que eu era. Também não posso mais olha-la ou ela mentiu para continuar com ele, ou ela mentiu pra mim a vida toda.
- Nossa... - fica boca-aberta.
- Também sinto sua falta, mas você me lembra eles o tempo todo, eu te olho e vejo que não sou nada naquela família. Não tenho mais pais, por isso não voltarei pra lá.
- Você é da família sim, da minha família. Você é meu irmão, e me desculpa se te faço sentir assim, mas não vou me afastar de você, por que irmãos não se separam em momentos difíceis, e eu preciso de você comigo.
- Eu sei que precisa de mim, mas... Você é só uma menina, deve continuar lá por um tempo. E não quero saber de nada de lá.
- Se se afastar, eu sai de casa também. Não posso sem você. - ele fica em silêncio, ela o beija no rosto. - não sou mais a sua irmãzinha de 10 aninhos, os anos passaram lá no meu colégio também. Posso não ser adulta, mas tenho 14 anos. - se retira, e ele também sai, vai até o jardim. Logo a Gabi vai até lá.
- Amor.
- Oi. - sorri fraco.
- Foi uma conversa difícil, não é? - ele assenti com a cabeça.
- Sim, depois te conto. - as meninas se aproximam.
- D. Poynter, tenho uma notícia ótima pra você. - ele só olha Manuela falando. - Você pode ir morar comigo e a Emily, temos um quarto sobrando, mas tem uma condição? Não pode mais faltar da escola.
- Não sei.
- Aceita, amor.
- É, cunhado aceita.
- Ele já aceitou, né, D.Poynter? - Emily quem diz e ele sorri fazendo sinal que sim.
CONTINUA...
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Oh, Jones! parte 76
- Vou ser tia! - sorri, e Manu ri jogando uma almofada na amiga.
- Gabi! É sério! - Daya repreende.
- Calma! Sem desespero. Você e o Danny se amam, se conhecem a vida toda, podem se casa... - Emily é interrompida.
- Não, gente! Não entendem? Eu estou no segundo colegial e ele no terceiro, somos adolescentes e não pais!
- Amiga linda,... sinto informar, mas criança que faz criança não é mais criança! - sorri. - Portanto serei tia, e sim estou feliz com a notícia apesar do seu desespero imenso.
- Minha mãe vai me matar. - Daya solta um suspiro assustado.
- Bom, primeiro passo, é ter certeza com o exame de sangue. Depois esperar a barriga crescer... Aí, então contar aos pais. Nunca se sabe o que pode acontecer em três meses.
- Concordo. - Emily fala.
Enquanto isso no quarto do lado...
- Véi, você pai? Logo você? - Harry diz.
- Qual é man? - Danny reclama.
- Cara, vai ser um pai ótimo, e muito melhor que o meu. - Dougie quem palpita em seguida.
- Só não morra!
- O que? - Danny não entende o que Tom afirma, e o olha assustado.
- Meus pais morreram. Não desejo a ninguém, então faça de tudo pra viver sempre. Esse é meu conselho.
- Você não estão me ajudando! Não quero conselhos de como ser pai. Quero apoio pela barra que irei passar. - cobre o rosto com as mãos.
- Jones, não será o fim do mundo. Aconteceu. - Dougie tenta ajudar, e em seguida Tom.
- É. Seus pais podem até querer te matar no início, mas vai passar. - os dois olham pra Harry como se ordenassem que ele dissesse algo.
- Danny, olha pra mim. - o amigo olha. - Eu sou o péssimista, o que acha que tudo dará errado logo de primeira mão, apenas vejo o lado bom depois, você me conhece bem. Mas, dessa vez... Talvez por milagre, ou sei lá... Você vai conseguir enfrentar todos os caminhos desses problemas que um dia serão a maior benção da sua vida.
- Valeu, Man's! - se abraçam, as meninas entram.
- Ownnnnnn! - as quatro dizem ao ver a cena fofa, em seguida se ajeitam ao lado dos seus pares, Daya senta no colo de Danny, Gabi deita a cabeça no colo de Dougie, Manuela senta-se ao lado de Tom que a abraça de lado, e por fim no quanto do quarto relativamente distante de todos se encontra Harry e Emily próximos um do outro.
O silêncio predomina por um tempo, todos estavam refletindo a situação...
- As meninas acham que devemos esperar 3 meses pra contar. -Dayana corta o silêncio, e todos a olham.
-Por quê?
- Muita coisa pode acontecer nos 3 primeiros meses, é possível perder, é possível que o exame de sangue dê negativo apesar das chances serem pequenas depois de 3 exames de farmácia positivos. - Manu explica.
- Certo. Então esperamos se você preferir, docinho de cocô.
- Esperamos. - batidas na porta, e logo se abre.
- Galerinha, o lanche da tarde está pronto. - Bri avisa. - Dougie, querido, arrumou lugar para ir?
- Na verdade não.
- Volta pra casa, ué. - Judd diz sem pensar, e todos o olham, apenas Bri que não entende o olhar de repreensão. - Não é nada, mas Dougie, é a melhor opção.
- Não pedi sua opinião. Você nem mesmo é meu amigo pra optar.
- Gabi! É sério! - Daya repreende.
- Calma! Sem desespero. Você e o Danny se amam, se conhecem a vida toda, podem se casa... - Emily é interrompida.
- Não, gente! Não entendem? Eu estou no segundo colegial e ele no terceiro, somos adolescentes e não pais!
- Amiga linda,... sinto informar, mas criança que faz criança não é mais criança! - sorri. - Portanto serei tia, e sim estou feliz com a notícia apesar do seu desespero imenso.
- Minha mãe vai me matar. - Daya solta um suspiro assustado.
- Bom, primeiro passo, é ter certeza com o exame de sangue. Depois esperar a barriga crescer... Aí, então contar aos pais. Nunca se sabe o que pode acontecer em três meses.
- Concordo. - Emily fala.
Enquanto isso no quarto do lado...
- Véi, você pai? Logo você? - Harry diz.
- Qual é man? - Danny reclama.
- Cara, vai ser um pai ótimo, e muito melhor que o meu. - Dougie quem palpita em seguida.
- Só não morra!
- O que? - Danny não entende o que Tom afirma, e o olha assustado.
- Meus pais morreram. Não desejo a ninguém, então faça de tudo pra viver sempre. Esse é meu conselho.
- Você não estão me ajudando! Não quero conselhos de como ser pai. Quero apoio pela barra que irei passar. - cobre o rosto com as mãos.
- Jones, não será o fim do mundo. Aconteceu. - Dougie tenta ajudar, e em seguida Tom.
- É. Seus pais podem até querer te matar no início, mas vai passar. - os dois olham pra Harry como se ordenassem que ele dissesse algo.
- Danny, olha pra mim. - o amigo olha. - Eu sou o péssimista, o que acha que tudo dará errado logo de primeira mão, apenas vejo o lado bom depois, você me conhece bem. Mas, dessa vez... Talvez por milagre, ou sei lá... Você vai conseguir enfrentar todos os caminhos desses problemas que um dia serão a maior benção da sua vida.
- Valeu, Man's! - se abraçam, as meninas entram.
- Ownnnnnn! - as quatro dizem ao ver a cena fofa, em seguida se ajeitam ao lado dos seus pares, Daya senta no colo de Danny, Gabi deita a cabeça no colo de Dougie, Manuela senta-se ao lado de Tom que a abraça de lado, e por fim no quanto do quarto relativamente distante de todos se encontra Harry e Emily próximos um do outro.
O silêncio predomina por um tempo, todos estavam refletindo a situação...
- As meninas acham que devemos esperar 3 meses pra contar. -Dayana corta o silêncio, e todos a olham.
-Por quê?
- Muita coisa pode acontecer nos 3 primeiros meses, é possível perder, é possível que o exame de sangue dê negativo apesar das chances serem pequenas depois de 3 exames de farmácia positivos. - Manu explica.
- Certo. Então esperamos se você preferir, docinho de cocô.
- Esperamos. - batidas na porta, e logo se abre.
- Galerinha, o lanche da tarde está pronto. - Bri avisa. - Dougie, querido, arrumou lugar para ir?
- Na verdade não.
- Volta pra casa, ué. - Judd diz sem pensar, e todos o olham, apenas Bri que não entende o olhar de repreensão. - Não é nada, mas Dougie, é a melhor opção.
- Não pedi sua opinião. Você nem mesmo é meu amigo pra optar.
- Não sei qual o conflito, mas concordo com o Harry, devia
procurar se acertar com sua família. E com seu amigo também. Não demorem para
descer, o lanche está maravilhoso. - ia saindo quando vira-se. - A piscina está
limpinha com água cristalina. Aproveitem! - fecha a porta.
O silêncio predomina novamente, então Tom e Manu levantam-se
pra sair primeiro, os outros também vão saindo até sobrar os dois amigos...
- Dougie, me desculpa. Não devia me meter...
- Não devia mesmo.
- Cara, falou sério mesmo quando disse que não éramos mais
amigos?
- Sim. O que achou?
- Achei que não deixaria uma amizade de anos ir pelo ralo a baixo
por conta de uma garota.
- Não é qualquer garota e você sabe.
- Sim, eu sei. Mas,...
- Mas o que?
- Não a beijei, não a fiz te trair, não menti pra você. Fui honesto.
Não mereço que vire as costas pra mim. Eu sei que a ama, mas quem disse que eu
não? Tudo bem é errado eu gostar dela, mas eu gosto, o que posso fazer? Não se
manda nos sentimentos. Porém, não irei tentar nada com ela, e tentarei
me reconciliar com a Emily, a menina que eu sempre amei e não
devo esquecer. Talvez eu não devesse ter dito nada, teria magoado menos, só que
eu não conseguiria mentir pra você, meu melhor amigo ou pra minha namorada.
Desculpa.
- Eu compreendo, no entanto não posso te desculpar, não agora.
- Vem morar lá em casa.
- Não posso. Obrigado.
- Um dia voltaremos a ser amigos?
- Um dia. - sorri fraco, e se retira. Alguém entra no quarto.
- Harry. - ele levanta a cabeça e se surpreende.
- Gabi?
- Eu sei que fui grosseira, que não te deixei explicar... Queria
te pedir desculpas. A culpa foi minha, eu acabei te deixando confuso, e...
- Para, não é sua culpa. E tudo bem, eu desculpo.
- Que bom. - sorri. - Cuida bem da minha amiga.
- Farei o possível. E você se cuida.
- Você também. - Harry vai sair, quando ela o chama, e ele vira-se.
- Por que agora? Por que não quando eu amava você?
- Eu não sei. Só sei que me apaixonei por você quando te conheci profundamente.
- Você se apaixonou pela Daves mesmo a vendo fútil e safada.
- Com ela foi diferente. Eu conseguia ver além da máscara que ela vestia, e gostei dela desde quando a vi pela primeira vez na primeira série. Com você foi diferente, foi conforme convivíamos e ia te conhecendo.
- Não é justo darmos uma chance pra isso. Nem pra eles e nem mesmo pra nós.
- Isso? Isso o que?
- Esse sentimento entre nós.
- Pensei que estava sentindo sozinho, não estou? - Danny entra.
- Ain, desculpa, estou atrapalhando.
- Nunca atrapalha, maninho.
- Bom, já vou. - Harry diz saindo
CONTINUA...
sábado, 23 de novembro de 2013
Oh, Jones! parte 75.
- Dougie, você precisa ir. Voltar pra sua casa.
- Pai! - Gabriela reprende.
- Pai nada. Você estão se agarrando pelos corredores e móveis dessa casa, não está certo. Namorados não podem morar juntos. Não é nada contigo, Dougie, mas como namorado da minha filha não pode conviver com ela nessa casa.
- Eu entendo, senhor Jones. - Dougie se pronuncia.
- Ótimo. Amanhã cedo você já pode se retirar.
- Pai, está expulsando ele?
- Não, querida, mas quero mantê-la virgem.
- Pai! - Gabi o repreende de novo indignada.
- Estou sendo sincero. Desculpe a maneira como estou dizendo, mas um pai deve ser direto quando o assunto é esse. - todos ficam em silêncio.
- Vocês vão ficar todos calados? Brigite, fala alguma coisa.
- Gabi, já falei, não adianta muito.
- A Brigite tem que ser mãe de vocês e não amiga, então pare de cobrar que ela seja amiga de vocês!
- Querido, ser mãe é ser amiga também, não admito que fale isso pra eles. Tudo bem você pedir para o rapaz ir, é sua casa, e em partes até concordo, mas serei além de mãe amiga sempre.
- Certo, não foi o que quis dizer. E Poynter não me entenda mal, a Gabi que me deixa alterado.
- Tudo bem, senhor, não estou ofendido. Amanhã bem cedo não estarei mais aqui, somente visitando.
- Ótimo. - Gabriela se retira da mesa bufando.
Todos se retiram do jantar, e Dougie mais Danny vão atrás da Gabriela no jardim...
- Amor, calma, não precisa se estressar com isso.
- Não? Você não falou nada, aceitou tudo.
- O que queria que ele falasse, mana?
- Que se colocasse, que dissesse que não tem pra onde ir, sei lá, qualquer coisa. Pra onde ele vai agora, Danny? E virgindade? Que papo mais ultrapassado, a Dayana não é mais virgem, a Manu também não, eu posso também não ser mais, ele não pode saber.
- Mais você é.
- Danny, você não pode saber.
- Ok, esse papo está ficando muito pesado pra mim, resolvam-se vocês. Acho que é melhor. - dá um tapinhas nas costas do amigo. - Boa sorte, cara.
- Gabriela, você não tem que ficar tão brava assim.
- Como não?
- Seu pai só está querendo o seu melhor.
- O meu melhor? E se eu quiser transar? Eu sei o que é bom pra mim.
- Desculpa, mas você ainda não está pronta pra isso e ele sabe.
- Como você pode saber que não estou pronta?
- Pelo simples fato de saber que me beijou do jeito que me beijou hoje por ter ficado com ciúmes da Emily.
- Lógico que não. - fica corada.
- Eu te conheço. Não minta pra mim. E sobre eu ter um lugar pra ficar.. Eu arranjo um.
- É mesmo? Onde?
- Vejo com o Tom.
- A vó dele não vai deixar.
- Sei lá, eu vejo. Não se preocupe. - se aproxima dela. - Agora promete que não vai brigar com seu pai por mim?
- Está bem. - ele beija sua testa. - Desculpa meu estresse.
- Relaxa.
Enquanto isso no andar de baixo...
- O que foi, docinho de cocô?
- Eu,... Eu acho... - ele a olha sem entender. - fiz um teste de farmácia, e o resultado foi positivo.
- O que? - fica pasmo. - Esses testes não são confiáveis, e...
- Fiz 3 vezes e nas 3 deu positivo. - ele a abraça.
CONTINUA...
- Pai! - Gabriela reprende.
- Pai nada. Você estão se agarrando pelos corredores e móveis dessa casa, não está certo. Namorados não podem morar juntos. Não é nada contigo, Dougie, mas como namorado da minha filha não pode conviver com ela nessa casa.
- Eu entendo, senhor Jones. - Dougie se pronuncia.
- Ótimo. Amanhã cedo você já pode se retirar.
- Pai, está expulsando ele?
- Não, querida, mas quero mantê-la virgem.
- Pai! - Gabi o repreende de novo indignada.
- Estou sendo sincero. Desculpe a maneira como estou dizendo, mas um pai deve ser direto quando o assunto é esse. - todos ficam em silêncio.
- Vocês vão ficar todos calados? Brigite, fala alguma coisa.
- Gabi, já falei, não adianta muito.
- A Brigite tem que ser mãe de vocês e não amiga, então pare de cobrar que ela seja amiga de vocês!
- Querido, ser mãe é ser amiga também, não admito que fale isso pra eles. Tudo bem você pedir para o rapaz ir, é sua casa, e em partes até concordo, mas serei além de mãe amiga sempre.
- Certo, não foi o que quis dizer. E Poynter não me entenda mal, a Gabi que me deixa alterado.
- Tudo bem, senhor, não estou ofendido. Amanhã bem cedo não estarei mais aqui, somente visitando.
- Ótimo. - Gabriela se retira da mesa bufando.
Todos se retiram do jantar, e Dougie mais Danny vão atrás da Gabriela no jardim...
- Amor, calma, não precisa se estressar com isso.
- Não? Você não falou nada, aceitou tudo.
- O que queria que ele falasse, mana?
- Que se colocasse, que dissesse que não tem pra onde ir, sei lá, qualquer coisa. Pra onde ele vai agora, Danny? E virgindade? Que papo mais ultrapassado, a Dayana não é mais virgem, a Manu também não, eu posso também não ser mais, ele não pode saber.
- Mais você é.
- Danny, você não pode saber.
- Ok, esse papo está ficando muito pesado pra mim, resolvam-se vocês. Acho que é melhor. - dá um tapinhas nas costas do amigo. - Boa sorte, cara.
- Gabriela, você não tem que ficar tão brava assim.
- Como não?
- Seu pai só está querendo o seu melhor.
- O meu melhor? E se eu quiser transar? Eu sei o que é bom pra mim.
- Desculpa, mas você ainda não está pronta pra isso e ele sabe.
- Como você pode saber que não estou pronta?
- Pelo simples fato de saber que me beijou do jeito que me beijou hoje por ter ficado com ciúmes da Emily.
- Lógico que não. - fica corada.
- Eu te conheço. Não minta pra mim. E sobre eu ter um lugar pra ficar.. Eu arranjo um.
- É mesmo? Onde?
- Vejo com o Tom.
- A vó dele não vai deixar.
- Sei lá, eu vejo. Não se preocupe. - se aproxima dela. - Agora promete que não vai brigar com seu pai por mim?
- Está bem. - ele beija sua testa. - Desculpa meu estresse.
- Relaxa.
Enquanto isso no andar de baixo...
- O que foi, docinho de cocô?
- Eu,... Eu acho... - ele a olha sem entender. - fiz um teste de farmácia, e o resultado foi positivo.
- O que? - fica pasmo. - Esses testes não são confiáveis, e...
- Fiz 3 vezes e nas 3 deu positivo. - ele a abraça.
CONTINUA...
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Oh, Jones! parte 74.
- Falei com ele. - Emily fala de repente.
- Falou e aí?
- Ele vem pra cá. Contei sobre meu pai, e ele vem me apoiar. - Gabi fica séria.
- Que bom, amiga. Está vendo ele te ama, você vão ficar bem. - sorri fraco.
- É, quem sabe. - fecha o livro. - Obrigada por repassar toda a matéria comigo dos dias que faltei.
- Magina. Eu tenho mesmo que estudar nesse horário.
- Bom, já vou indo, você vai sair com a Brigite, né?
- Sim, vamos ver os vestidos de noiva hoje.
- Que legal!
- Quer vir? A Daya vai com a gente.
- Ah, valeu, eu adoraria, mas é coisa de família.
- Ei, você é como uma irmã você sabe.
- Ok, então eu vou.
- Vou chamar a Manu também pra ela não achar que a desprezamos Meu celular está lá em cima, peraí. - Gabi sobe as escadas enquanto Emily guarda os livros em cima da mesinha da sala, e então Dougie entra.
- Oi, Em., tudo bom? - beija o rosta da amiga.
- Bem sim e você?
- Também. Fiquei sabendo que falou com o Harry. Como foi?
- Ah, ele ainda está confuso, mas vai voltar e vai me apoiar com tudo em relação ao meu pai, disse que sabe que me ama, mas que não pode estar comigo pensando nela.
- Ele ainda pensa nela? - triste.
- Sim. Mas, eu não contei isso pra ela. Se você...
- Claro. Fica tranquila. Até por que não quero bagunçar a cabeça dela agora que estamos bem.
- Faz bem. Você é um cara e tanto, ela tem sorte de te ter ao lado dela.
- Obrigada. Mas, você também é ótima. Não esperava que aquela maluquinha fosse tão amiga, confiante, e forte como você me mostrou que é.
- Valeu. - sorri sem graça.
- Ergue a cabeça! O Harry vai perceber rapidinho que é de você que ele gosta, ele só precisa começar com você do começo. Ele sempre gostou de você.
- Sério?
- Sim. Ele não falava muito comigo, falava mais com o Tom, mas somos melhores amigos, eramos.
- Dá outra chance pra ele.
- Não sei se consigo. Ele não teve coragem de me contar.
- Vai ver ele teve medo de te perder.
- Pode ser. - ela o abraça. - Pensa melhor sobre isso.
- Ok. - sorri, e Gabi desce, vê os dois abraçados e não gosta muito. - Oi, amor. Dei uma passadinha em casa pra te dar um beijo, já estou voltando para o trabalho. - beija ela.
- Gracinhaa. - aperta as bochechas dele, beija provocante.
- Nossa, amor, a Emily está aqui.
- Ela não se importa. - beija ele de novo.
- Bom, eu vou lá no seu quarto, depois me chama.
- Vai lá, amiga. - beija o namorado do jeito mais caliente que consegue, Emily sai e os dois acabam no sofá no maior agarro. Brigite e Senhor Jones chega e os pegam no pulo.
- Oi. - Brigite diz.
- Oi. - Gabi responde se soltando rapidamente de Dougie. O clima fica tenso.
- Bom, eu já estava saindo mesmo, preciso voltar ao trabalho. Depois nos vemos, amor. Tchau. - sai enquanto os pais os encaram.
- Vamos, Bri, vou chamar a Emily, ela está lá em cima. - sobe as escadas.
- Esse garoto tem que sair.
- Calma, amor, são os hormônios é só conversarmos com os dois. Explicar sobre camisinha.
- Brigite! Ficou louca? Minha menina é muito nova pra isso. Ele via ter que sair, falamos com ela depois. Deixa eu pegar minha papelada e voltar pro escritório.
- Ok.
- No jantar falamos.
- Pensa melhor sobre isso.
- Bri, não tem o que pensar. Eu vou viajar depois de amanhã, e esses dois podem fazer o que os hormônios mandarem, porque você é muito inocente.
CONTINUA....
- Falou e aí?
- Ele vem pra cá. Contei sobre meu pai, e ele vem me apoiar. - Gabi fica séria.
- Que bom, amiga. Está vendo ele te ama, você vão ficar bem. - sorri fraco.
- É, quem sabe. - fecha o livro. - Obrigada por repassar toda a matéria comigo dos dias que faltei.
- Magina. Eu tenho mesmo que estudar nesse horário.
- Bom, já vou indo, você vai sair com a Brigite, né?
- Sim, vamos ver os vestidos de noiva hoje.
- Que legal!
- Quer vir? A Daya vai com a gente.
- Ah, valeu, eu adoraria, mas é coisa de família.
- Ei, você é como uma irmã você sabe.
- Ok, então eu vou.
- Vou chamar a Manu também pra ela não achar que a desprezamos Meu celular está lá em cima, peraí. - Gabi sobe as escadas enquanto Emily guarda os livros em cima da mesinha da sala, e então Dougie entra.
- Oi, Em., tudo bom? - beija o rosta da amiga.
- Bem sim e você?
- Também. Fiquei sabendo que falou com o Harry. Como foi?
- Ah, ele ainda está confuso, mas vai voltar e vai me apoiar com tudo em relação ao meu pai, disse que sabe que me ama, mas que não pode estar comigo pensando nela.
- Ele ainda pensa nela? - triste.
- Sim. Mas, eu não contei isso pra ela. Se você...
- Claro. Fica tranquila. Até por que não quero bagunçar a cabeça dela agora que estamos bem.
- Faz bem. Você é um cara e tanto, ela tem sorte de te ter ao lado dela.
- Obrigada. Mas, você também é ótima. Não esperava que aquela maluquinha fosse tão amiga, confiante, e forte como você me mostrou que é.
- Valeu. - sorri sem graça.
- Ergue a cabeça! O Harry vai perceber rapidinho que é de você que ele gosta, ele só precisa começar com você do começo. Ele sempre gostou de você.
- Sério?
- Sim. Ele não falava muito comigo, falava mais com o Tom, mas somos melhores amigos, eramos.
- Dá outra chance pra ele.
- Não sei se consigo. Ele não teve coragem de me contar.
- Vai ver ele teve medo de te perder.
- Pode ser. - ela o abraça. - Pensa melhor sobre isso.
- Ok. - sorri, e Gabi desce, vê os dois abraçados e não gosta muito. - Oi, amor. Dei uma passadinha em casa pra te dar um beijo, já estou voltando para o trabalho. - beija ela.
- Gracinhaa. - aperta as bochechas dele, beija provocante.
- Nossa, amor, a Emily está aqui.
- Ela não se importa. - beija ele de novo.
- Bom, eu vou lá no seu quarto, depois me chama.
- Vai lá, amiga. - beija o namorado do jeito mais caliente que consegue, Emily sai e os dois acabam no sofá no maior agarro. Brigite e Senhor Jones chega e os pegam no pulo.
- Oi. - Brigite diz.
- Oi. - Gabi responde se soltando rapidamente de Dougie. O clima fica tenso.
- Bom, eu já estava saindo mesmo, preciso voltar ao trabalho. Depois nos vemos, amor. Tchau. - sai enquanto os pais os encaram.
- Vamos, Bri, vou chamar a Emily, ela está lá em cima. - sobe as escadas.
- Esse garoto tem que sair.
- Calma, amor, são os hormônios é só conversarmos com os dois. Explicar sobre camisinha.
- Brigite! Ficou louca? Minha menina é muito nova pra isso. Ele via ter que sair, falamos com ela depois. Deixa eu pegar minha papelada e voltar pro escritório.
- Ok.
- No jantar falamos.
- Pensa melhor sobre isso.
- Bri, não tem o que pensar. Eu vou viajar depois de amanhã, e esses dois podem fazer o que os hormônios mandarem, porque você é muito inocente.
CONTINUA....
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