- Você não pode deixar ele pagar esse mico! - Gabriela afirma.
- Eu não posso contar a verdade agora!
- AH! Você pode sim, se você não contar eu conto, não vou deixar ele pagar esse mico, ele é meu amigo e me importo com ele, ao contrário de você!
- Claro que me importo! Mais,...
- Mais o que? Para de ser egoísta!
- Eu egoísta? Olha pra você!
- O que quer dizer?
- Você está perdidamente apaixonada por um cara que sente a mesma coisa por você, mas como não quer admitir nem se importa de ver sua melhor amiga sofrendo por não poder ficar com o cara que ela ama!
- Isso não é verdade! - lágrimas enchem seus olhos.
- É sim! Então não venha me julgar, pois você é muito pior do que eu! Está fazendo três pessoas sofrem ao mesmo tempo, enquanto eu só estou com medo de ser magoada. - o silêncio predomina, as outras duas amigas não conseguem se intrometer, afinal não era algo fácil de se fazer. - Eu farei algo para que ele não fale com ela, fique tranquila, mas não estou preparada pra falar que sou eu a garota da echarpe. Você não conseguiria entender meus motivos nem se quisesse!
- Então tenta, nos conte! Não confia em nós como confiamos em você?
- Quer mesmo falar de confiança? Cai na real, vocês três mente umas pras outras e querem falar de sinceridade. Deixem de ser hipócritas!
- Por que está dizendo isso? - Gabriela não entende, e Dayana mais a Emily arregalam os olhos.
- Pergunte pra elas. - sai chorando e tremendo de raiva.
- Do que ela estava falando?
- Não sei. - Emily murmura.
- Vão embora. - lágrimas escorrem por sua face.
- Amiga,.. - Dayana tentar explicar-se.
- Só me deixem sozinha.
- Não, não vamos! Somos amigas, e temos que conversar.
- Não agora, Araújo.
- Somos amigas desde sempre, não pode ficar brava com a gente sem nos ouvir primeiro.
- Emily, eu não tenho o direito de ficar brava. A Manuela disse tudo que estamos tentando esconder umas das outras, ela está certa. Não sei o que me esconderam, mas eu preciso de um tempo pra assimilar e contar pra você o que eu escondi.
Emily e Daya se olham por um momento e sabem o que fazer, elas saem deixando Gabriela sozinha.
O entardecer foi silencioso e cheio de mistérios, talvez houvesse também no ar um pouco de angústia e mágoa....
Mais finalmente chegará a noite, e todos que sentiam-se triste e solitários adormeceram, ou pelo menos fingiram adormecer... E os que dormiram sem peso algum na consciência acordaram totalmente de bom humor...
- E aí galerinha! - Danny se mostra animado, mas percebe de imediato o desanimo de Gabi, Daya, Em., Manu, Tom, Harry e Dougie. - O que aconteceu? Quem morreu?
- É o que ainda não sabemos. - sua namorada responde sem mais pistas.
- Ahã? Docinho, seja mais clara.
- Tom está desole por causa da Cecília, Dougie também por causa de uma menina, Harry na mesma situação, e eu mais as meninas tivemos um pequeno desentendimento que possa ser grande o suficiente para acabar com uma amizade. - os garotos que estavam tristes e com pesamentos longe olharam pra elas.
- Obrigada, Dayana, por expôr assim o que aconteceu! - Gabriela levanta irritada e se afasta.
- Bom, e agora ficou pior.- ela abaixa a cabeça triste.
- Poxa, ... Já sei do que precisam! Psicologo, todos terão uma consulta após a aula. Lá em casa. Tom às 2, Harry às 3, Dougie às 4, Daya às 5, Emily às 6, Manu às 7, e por fim avisem minha irmã que o horário dela é às 8. Resolveremos tudo hoje. - ia saindo, mas virou-se pra todos novamente. - E às 9 será terapia em grupo, mas relaxamento. Até mais. - sai, deixando todos confusos.
- Eu vou, não pode ser tão ruim. - Daya diz se levantando e seguindo pra aula,e o restante concorda com sinais e seguem pra aula também.
CONTINUAAA....
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Oh, Jones! parte 28.
- Daya. - ela olha pra trás.
- O que você quer?
- Só quero conversar.
- Pierre, não temos mais nada para conversar.
- Ai que você se engana.
- O que quer falar? - ela pergunta tentando entender.
- Eu te amo, e ... - ela o interrompe.
- Pierre, nem termine. A gente não rola mais.
- Por quê? Porque está como Danny?
- Sim, também por isso, mas não somente por esse motivo.
- Eu sei que errei,mas quero consertar, você não pode me dar uma chance?
- Chance? Sejamos realistas, quantas chances já nos demos nesse um ano de namoro?
- Sei que muitas, mas dessa vez é diferente.
- O que é diferente?
- Eu não sou o mesmo de antes, e nem você.
- Mais eu gosto do Danny. - Danny se aproxima, mas vendo que os dois conversavam, se escondeu atrás de um pilar e ficou ali ouvindo.
- Não seja boba, nós namoramos por um ano, e você e o Danny começaram ontem, não tem o que comparar.
- Eu não queria te dizer isso, mas você me deixa sem saída. - fecha os olhos e os abre vagarosamente. - Eu amo o Danny desde antes de começarmos a namorar, muito tempo antes, você nem faz ideia. Acho que nem ele.
- Ele não te merece. Você o conhece, ele irá te trocar assim que você se tornar sem graça pra ele.
- Isso eu não sei, mas preciso tentar. Eu amei ele por muito tempo, mas nunca investi porque tinha medo dele não gostar de mim, porém agora é diferente, e seria louca se não tentasse.
- Ok, então tente, mas você irá quebrar a cara, escute o que te digo.
- Talvez eu quebre, mas não passarei a minha vida inteira lamentando por não ter tentado. A Gabriela e a Emily sempre me dizia isso, mas eu nunca tive coragem, e agora que a tive não desistirei tão fácil. - ia saindo quando se vira novamente pra ele. - Obrigada, é graças a você que tive coragem de jogar todas as minhas peças nesse jogo.
Pierre morre de raiva, e planeja se vingar. Danny vai atrás de seu amor, e lhe conta que ouviu tudo...
- Que bom que seu amor foi forte o suficiente.
- Danny, se foi, é porque de alguma forma você regou sendo esse cara ótimo que é.
- Você não existe sabia? - segura seu rosto.
- Por quê?
- Porque você consegue me achar ótimo até mesmo quando eu não era. - ela sorri.
- É, porque eu sei quem você é... E o pegador era somente uma forma de esconder o medo de se envolver com alguém de verdade.
- Você existe mesmo? - toca no braço dela a fazendo rir.
- Em carne e osso.
- Não, você não existe. - ela o olha incrédula. - Você é um anjo, meu anjo, só não conta pra minha irmã que existe outro anjo, ou ela surtará. - a menina ri.
- Pode deixar. - ele puxa o corpo da garota contra seu corpo e a beija.
Enquanto isso dentro da casa....
- Emily, acho que deveríamos nos increver em um site de relacionamento.
- Pra que?
- Como pra que? Precisamos esquecer o Judd e seguir em frente.
- HAHAHA, maluca. Por que não segue em frente como Dougie, e eu procuro um por aí.
- Ué, porque o Dougie é apenas um amigo, um grande amigo.
- Tem certeza?
- Claro.
- Não sei não, antes vocês se odiavam, depois tornaram-se amigos, agora melhores amigos, acho que o próximo passo é enrolados - brinca fazendo as duas amigas rirem.
- Não é por nada, mas concordo com a Daves, Gabi.
- Você nem dá palpite, Manu, pois dispensou o coitado do Tom só porque não teve coragem de contar pra ele quem é você. - a menina se assustou ao ver que a amiga sabia tudo. - Não adianta me olhar com essa cara, não somos bobas, e já te conhecemos o suficiente.
- A Jones está certa. Deixa de ser medrosa e se declara logo. Estão os dois sofrendo a toa.
- Ah, eu não sei, meninas.
- Você quem sabe, mas devia nos ouvir, né Daves?
- Com certeza. - Tom se aproxima.
- Iii, não ouve elas não, elas são maluquinhas. - brinca.
- Que isso, Tom? Me difamando.
- Gabizinha, você sabe que estou brincando. - beija a testa da amiga. - Não sei sobre o que falavam, mas falando sério, apenas siga seu coração. Eu farei isso pelo menos.
- Como assim? - Em. pergunta.
- Simples, já que minha amada é a Cecília irei falar com ela, afinal tudo que ela foi comigo é quem ela realmente é, e não me importa que ela seja a garota mais chata do colégio se comigo ela é a pessoa mais incrível que já conheci.
- Não pode fazer isso! - Manu diz subitamente.
- Mais farei!
CONTINUA...
- O que você quer?
- Só quero conversar.
- Pierre, não temos mais nada para conversar.
- Ai que você se engana.
- O que quer falar? - ela pergunta tentando entender.
- Eu te amo, e ... - ela o interrompe.
- Pierre, nem termine. A gente não rola mais.
- Por quê? Porque está como Danny?
- Sim, também por isso, mas não somente por esse motivo.
- Eu sei que errei,mas quero consertar, você não pode me dar uma chance?
- Chance? Sejamos realistas, quantas chances já nos demos nesse um ano de namoro?
- Sei que muitas, mas dessa vez é diferente.
- O que é diferente?
- Eu não sou o mesmo de antes, e nem você.
- Mais eu gosto do Danny. - Danny se aproxima, mas vendo que os dois conversavam, se escondeu atrás de um pilar e ficou ali ouvindo.
- Não seja boba, nós namoramos por um ano, e você e o Danny começaram ontem, não tem o que comparar.
- Eu não queria te dizer isso, mas você me deixa sem saída. - fecha os olhos e os abre vagarosamente. - Eu amo o Danny desde antes de começarmos a namorar, muito tempo antes, você nem faz ideia. Acho que nem ele.
- Ele não te merece. Você o conhece, ele irá te trocar assim que você se tornar sem graça pra ele.
- Isso eu não sei, mas preciso tentar. Eu amei ele por muito tempo, mas nunca investi porque tinha medo dele não gostar de mim, porém agora é diferente, e seria louca se não tentasse.
- Ok, então tente, mas você irá quebrar a cara, escute o que te digo.
- Talvez eu quebre, mas não passarei a minha vida inteira lamentando por não ter tentado. A Gabriela e a Emily sempre me dizia isso, mas eu nunca tive coragem, e agora que a tive não desistirei tão fácil. - ia saindo quando se vira novamente pra ele. - Obrigada, é graças a você que tive coragem de jogar todas as minhas peças nesse jogo.
Pierre morre de raiva, e planeja se vingar. Danny vai atrás de seu amor, e lhe conta que ouviu tudo...
- Que bom que seu amor foi forte o suficiente.
- Danny, se foi, é porque de alguma forma você regou sendo esse cara ótimo que é.
- Você não existe sabia? - segura seu rosto.
- Por quê?
- Porque você consegue me achar ótimo até mesmo quando eu não era. - ela sorri.
- É, porque eu sei quem você é... E o pegador era somente uma forma de esconder o medo de se envolver com alguém de verdade.
- Você existe mesmo? - toca no braço dela a fazendo rir.
- Em carne e osso.
- Não, você não existe. - ela o olha incrédula. - Você é um anjo, meu anjo, só não conta pra minha irmã que existe outro anjo, ou ela surtará. - a menina ri.
- Pode deixar. - ele puxa o corpo da garota contra seu corpo e a beija.
Enquanto isso dentro da casa....
- Emily, acho que deveríamos nos increver em um site de relacionamento.
- Pra que?
- Como pra que? Precisamos esquecer o Judd e seguir em frente.
- HAHAHA, maluca. Por que não segue em frente como Dougie, e eu procuro um por aí.
- Ué, porque o Dougie é apenas um amigo, um grande amigo.
- Tem certeza?
- Claro.
- Não sei não, antes vocês se odiavam, depois tornaram-se amigos, agora melhores amigos, acho que o próximo passo é enrolados - brinca fazendo as duas amigas rirem.
- Não é por nada, mas concordo com a Daves, Gabi.
- Você nem dá palpite, Manu, pois dispensou o coitado do Tom só porque não teve coragem de contar pra ele quem é você. - a menina se assustou ao ver que a amiga sabia tudo. - Não adianta me olhar com essa cara, não somos bobas, e já te conhecemos o suficiente.
- A Jones está certa. Deixa de ser medrosa e se declara logo. Estão os dois sofrendo a toa.
- Ah, eu não sei, meninas.
- Você quem sabe, mas devia nos ouvir, né Daves?
- Com certeza. - Tom se aproxima.
- Iii, não ouve elas não, elas são maluquinhas. - brinca.
- Que isso, Tom? Me difamando.
- Gabizinha, você sabe que estou brincando. - beija a testa da amiga. - Não sei sobre o que falavam, mas falando sério, apenas siga seu coração. Eu farei isso pelo menos.
- Como assim? - Em. pergunta.
- Simples, já que minha amada é a Cecília irei falar com ela, afinal tudo que ela foi comigo é quem ela realmente é, e não me importa que ela seja a garota mais chata do colégio se comigo ela é a pessoa mais incrível que já conheci.
- Não pode fazer isso! - Manu diz subitamente.
- Mais farei!
CONTINUA...
Oh, Jones! parte 27
- Olá, pessoal. Hoje é o grande dia. Comecemos por Emily e Harry. - os dois levanta-se e vão até a frente.
- Bom, eu adoro moda, e costuro minhas próprias roupas.
- E eu adoro bateria, música, inclusive tenho uma banda.
- Por isso, resolvemos montar um desfile. Afinal, desfile precisa de roupas para serem apresentadas e de música.
- Isso mesmo, mas ao invés de fazermos o que somos bons, resolvemos ensinar um pouco do que somos bons um para o outro.
- Eu tocarei bateria, e ele irá desfilar com o look que ele me ajudou a montar.
- Mas foi ela quem costurou. - pisca e algumas meninas suspiram.
- Ótimo, podem começar. - então Emily vai para a bateria e Harry atrás das cortinas.
- O look que Harry Judd está vestindo é um pouco despojado, estilo mecânico do calendário de agosto. - ela começa a tocar a bateria e ele sai de trás da cortina e desfila, volta pra trás das cortinas, e ela sessa a beteria. - E agora está vestindo um modelito mais homem, mais sexy, lhes apresento o look the vampire diaries. - ele entra com uma calça jeans aperta, um jaqueta preta descolada, e ela volta a tocar a bateria.
Eles mostram mais uns três ou quatro looks, e professora chama a próxima dupla, e a próxima, até que chega na vez de Gabriela e Dougie.
- Tudo começou de uma forma, mas quando estávamos chegando ao fim dos ensaios, descobrimos que aprendemos muito com o talento um do outro.
- Eu sou boa em atuar, e ela cantando e tocando seu baixo.
- Mais descobrimos que a Gabriela também tem outro talento que combinava mais ainda com o meu. - se sentam no banquinho.
- Essa se chama ligação, do nxzero. - Dougie começa a tocar, e os amigos se entre olham sem entender, e até cochicham.
- Sua irmã canta, Danny?
- Tom, é novidade pra mim. - Gabriela começa a cantar...
" Cada noite sem dormir, cada dia que passou, cada vez, cada vez que me senti assim... Pela grana que eu gastei, pelo tempo que perdi ... Que foi em vão e eu fiquei sem ter pra onde ir, cada briga sem razão, cada verso sem refrão, você virou as costas pra quem te era bom, mas não vou ficar aqui me lamentando com você, essa é a última vez que faço essa ligação,.... Escute bem (...)"
Todos cantaram juntos no refrão, e bateram palmas no ritmo, levantaram-se, por um momento parecia um pequeno show... E ao fim, inúmeras palmas, e um abraço apertado dos dois.
- Obrigada por isso.
- Eu não fiz nada, foi você, linda. - Dougie sorriu para ela.
- Óh, muito bom, parabéns! E agora Dayana e Danny.
- O nosso é bem simples, singelo.
- Mais fodão! - Danny brincou depois que Dayana falou.
- Eu sou boa em balé e ele em cantar... - Danny começou a tocar e canta no violão, enquanto Araújo fazia seus passo de balé, todos adoraram e bateram muitas palmas.
- E por fim, mas não menos importante, Tom e Manuela.
- Fácil foi descobrir no que o Tom era bom, obvio, na música, mas eu não sabia no que era boa.
- Então resolvemos que o maior trabalho seria descobri algo em que ela fosse boa.
- Como não descobrimos, Tom irá cantar e eu assistirei com vocês.
- É sério isso? - a professora questionou.
- Brincadeira, estávamos testando nosso talento com ator e atriz. - todos riam após o Tom explicar.
- Sério, agora. Sou boa com a câmera e ele com a música então fizemos um vídeo clipe.
O vídeo clip ficou muito bacana, e todos também aplaudiram.
- Você se empenharam muito nesse trabalho, portanto, digo : Parabéns! Ficaram sabendo as notas na próxima aula. Mais ninguém aqui ficou a baixo da média. - todos comemoraram. Próxima aula imprimam os textos que mandei no e-mail de vocês. - o sinal toca e todos começam a sair.
- Maninha, não sabia que você cantava.
- Nem eu , Danny.
- Eu quem descobri, sou foda. - Dougie se acha brincando.
- Iii, não se acha não. - Harry zoa.
- Que tal pegar uma praia, galera?
- Ótima ideia. - Daya concorda com Gabi.
- Vão vocês. Vou pra casa.
- Por quê, Tom? - Emily pergunta.
- Ele está sofrendo de amor.
- Não espalha, Dougie!
- AH, mais nem pensar que vai pra casa ficar na fossa, você vai com a gente. - Emily e Gabi pegam ele pelo braço e saem andando na frente.
- Manu, você terminou com ele?
- Daya eu nunca tive nada com ele, isso é com outra menina. Eramos apenas bons amigos da net.
- Tem certeza?
- Claro. - tenta disfarça.
- O que vocês duas estão cochichando?
- Nada, Judd. - Manuela responde.
CONTINUAAA...
- Bom, eu adoro moda, e costuro minhas próprias roupas.
- E eu adoro bateria, música, inclusive tenho uma banda.
- Por isso, resolvemos montar um desfile. Afinal, desfile precisa de roupas para serem apresentadas e de música.
- Isso mesmo, mas ao invés de fazermos o que somos bons, resolvemos ensinar um pouco do que somos bons um para o outro.
- Eu tocarei bateria, e ele irá desfilar com o look que ele me ajudou a montar.
- Mas foi ela quem costurou. - pisca e algumas meninas suspiram.
- Ótimo, podem começar. - então Emily vai para a bateria e Harry atrás das cortinas.
- O look que Harry Judd está vestindo é um pouco despojado, estilo mecânico do calendário de agosto. - ela começa a tocar a bateria e ele sai de trás da cortina e desfila, volta pra trás das cortinas, e ela sessa a beteria. - E agora está vestindo um modelito mais homem, mais sexy, lhes apresento o look the vampire diaries. - ele entra com uma calça jeans aperta, um jaqueta preta descolada, e ela volta a tocar a bateria.
Eles mostram mais uns três ou quatro looks, e professora chama a próxima dupla, e a próxima, até que chega na vez de Gabriela e Dougie.
- Tudo começou de uma forma, mas quando estávamos chegando ao fim dos ensaios, descobrimos que aprendemos muito com o talento um do outro.
- Eu sou boa em atuar, e ela cantando e tocando seu baixo.
- Mais descobrimos que a Gabriela também tem outro talento que combinava mais ainda com o meu. - se sentam no banquinho.
- Essa se chama ligação, do nxzero. - Dougie começa a tocar, e os amigos se entre olham sem entender, e até cochicham.
- Sua irmã canta, Danny?
- Tom, é novidade pra mim. - Gabriela começa a cantar...
" Cada noite sem dormir, cada dia que passou, cada vez, cada vez que me senti assim... Pela grana que eu gastei, pelo tempo que perdi ... Que foi em vão e eu fiquei sem ter pra onde ir, cada briga sem razão, cada verso sem refrão, você virou as costas pra quem te era bom, mas não vou ficar aqui me lamentando com você, essa é a última vez que faço essa ligação,.... Escute bem (...)"
Todos cantaram juntos no refrão, e bateram palmas no ritmo, levantaram-se, por um momento parecia um pequeno show... E ao fim, inúmeras palmas, e um abraço apertado dos dois.
- Obrigada por isso.
- Eu não fiz nada, foi você, linda. - Dougie sorriu para ela.
- Óh, muito bom, parabéns! E agora Dayana e Danny.
- O nosso é bem simples, singelo.
- Mais fodão! - Danny brincou depois que Dayana falou.
- Eu sou boa em balé e ele em cantar... - Danny começou a tocar e canta no violão, enquanto Araújo fazia seus passo de balé, todos adoraram e bateram muitas palmas.
- E por fim, mas não menos importante, Tom e Manuela.
- Fácil foi descobrir no que o Tom era bom, obvio, na música, mas eu não sabia no que era boa.
- Então resolvemos que o maior trabalho seria descobri algo em que ela fosse boa.
- Como não descobrimos, Tom irá cantar e eu assistirei com vocês.
- É sério isso? - a professora questionou.
- Brincadeira, estávamos testando nosso talento com ator e atriz. - todos riam após o Tom explicar.
- Sério, agora. Sou boa com a câmera e ele com a música então fizemos um vídeo clipe.
O vídeo clip ficou muito bacana, e todos também aplaudiram.
- Você se empenharam muito nesse trabalho, portanto, digo : Parabéns! Ficaram sabendo as notas na próxima aula. Mais ninguém aqui ficou a baixo da média. - todos comemoraram. Próxima aula imprimam os textos que mandei no e-mail de vocês. - o sinal toca e todos começam a sair.
- Maninha, não sabia que você cantava.
- Nem eu , Danny.
- Eu quem descobri, sou foda. - Dougie se acha brincando.
- Iii, não se acha não. - Harry zoa.
- Que tal pegar uma praia, galera?
- Ótima ideia. - Daya concorda com Gabi.
- Vão vocês. Vou pra casa.
- Por quê, Tom? - Emily pergunta.
- Ele está sofrendo de amor.
- Não espalha, Dougie!
- AH, mais nem pensar que vai pra casa ficar na fossa, você vai com a gente. - Emily e Gabi pegam ele pelo braço e saem andando na frente.
- Manu, você terminou com ele?
- Daya eu nunca tive nada com ele, isso é com outra menina. Eramos apenas bons amigos da net.
- Tem certeza?
- Claro. - tenta disfarça.
- O que vocês duas estão cochichando?
- Nada, Judd. - Manuela responde.
CONTINUAAA...
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Oh, Jones! parte 26
- Cara, você precisa superar.
- AH, Danny, é complicado. Eu estava apaixonado, ou melhor estou.
- Sabemos disso Tom, mas você nem a conheceu, quer dizer... Era uma farsa, pois sabemos que a Cecília é uma vaca. Acho que foi melhor assim. - Dougie tenta fazer as coisas parecerem melhores.
- Eu odeio dizer, mas eu avisei!
- Odeia nada, Harry, você adora!
- Ok, eu adoro. - concorda com Danny e todos acabam rindo.
- É, o negócio é viver a vida e esquecer o que passou!
- Isso, Tom, e você sabe estamos aqui.
- Valeu, Dougie. - os quatro tocam, e então Dayana e Manuela se aproximam, se cumprimentam.
- Danny, podemos conversar?
- Claro, Araújo. - os dois saem.
- Manu, você sabe da Gabi?
- Ela foi pra sala.
- Vou lá então, até mais. - Dougie sai.
- Galera, eu deixo vocês, pois preciso fazer algo muito importante.
- O que é tão importante à essa hora da manhã, men?
- Coisas! Fui. - sai antes que o amigo lhe enchesse de questões.
- E aí, Manu, pronta pra nossa apresentação mais tarde?
- Sim. - envergonhada.
- Está tudo bem?
- Aham.
- Você parece nervosa. Se é pela proposta, relaxa, não estou pensando nada de você, viu?
- AH! Não. É que foi uma péssima ideia.
- Bom, eu acho um ideia estranha, mas não péssima. Se resolver considerá-la, me fala. Até mais. - beija o rosto dela e sai, Emily se aproxima abraçando-a por trás.
- Nem me esperou! Que feio! HAHAHA, te amoo, preciso ir, estou atrasada. Fui! - sai correndo.
- Que maluca! - olha pra amiga e grita. - Doida! te amo também.
Na sala, Dougie tentava acalmar Gabriela...
- Relaxa, dará tudo certo.
- Eu espero.
- Você fica linda assim.
- Assim como?
- Pilhada! - começa a rir da cara dela que lhe mostra a língua.
- Besta! Óh, que tal darmos um role hoje depois da escola?
- Estou sem grana.
- Que foi que falou em dinheiro? Eu quero dar uma volta na praça, e se gastarmos eu te pago um sorvete.
- Ok, mas sem me pagar nada.
- Machista!
- Não sou machista. Só não quero abusar de você.
- Machista!!!!
- Mala. - mostra a língua pra ela, Manuela entra na sala.
- Gente. - os dois a olham. - Eu sou muito feia?
- Ah, Manuela, claro que não. - Gabi responde como se fosse obvio.
- Você é gata, só falta se vestir um pouco melhor, talvez.
- Jura?
- Claro, Granger, por quê? - Dougie fica curioso.
- Nada. - os dois olham pra ela forçando-a falar. - Ok, eu gosto de alguém e tenho medo dela me achar ridícula.
- Jamais ele acharia isso,amiga.
- Nossa! O amor é uma droga.
- Por que Dougie? - Jones pergunta.
- Ah, mew, a Manu gosta de um cara e tem medo dele não gostar dela, o Tom se apaixonou, mas levou um fora e descobriu que a menina não é a mesma pela qual ele se apaixonou, o Harry gostando da Emily que também gosta dele, mas não quer te magoar, e eu... - ele para de falar quando percebe que está quase se entregando.
- Você? Está gostando de alguém? - Manuela pergunta.
- Não. E eu que não conheço o amor, sofro por não tê-lo na vida.
- Aaah.
Enquanto isso no pátio da escola...
- O que quer falar comigo?
- Danny, não dá mais para ficarmos nessa.
- Nessa?
- É! Eu sou apaixonada por você desde que nasci praticamente e quando penso ter uma chance, você me enrola Não dá. Você precisa dizer o que quer. Não quero sofrer como aconteceu como Pierre.
- Tudo bem.
- Então você quer ou não quer ficar comigo, seja direto, porque... - desembestou a falar, e ela a corta com um beijo.
- Eu te quero, te quero muito.
- Jura?
- Juro. - se beija novamente.
No almoxarifado do colégio....
- Ai. Espera. - Emily fala pra Harry que começa a derrubar os produtos de limpeza.
- Foi mal. - volta a beijá-la.
- Que saudade!
- Não mais que eu.
- Hahaha, até nisso você quer ganhar?
- Daves, ganhar é meu lema. Eu ganhei você, eu ganhei o concurso, eu sempre ganho.
- Convencido.
- Eu posso. - ela começa a rir. - Você sabe que estou brincando.
- Sei. - fala ironicamente, e ri.
- Boba. - se beijam de novo.
- Nossa! Olha a hora, preciso ir pra aula.
- Em., você já perdeu a aula toda mesmo.
- Não, a Daya vai desconfiar, nós dois faltando da aula.
- É, tem razão. Vamos.
- Ok, vou na frente, já que você foi resolver algo.
- Está bem. Vê se da próxima vez não se atrasa. - beija a testa dela.
- Desculpa. - beija o lábios dele e sai.
No intervalo, todos os amigos sentados juntos, quando Dayana e Danny se beijam....
- Opa! Que isso? - Emily fala brincando.
- Estamos juntos. - Danny responde.
- Nem percebemos. - Gabi brinca.
- Pelo menos, tem alguém feliz. - Dougie comenta.
- Você está infeliz?
- Não foi isso que quis dizer, Harry.
- Não foi o que pareceu.
- Não enche, véi.
- Você dois adoram discutir, parece até marido e mulher. - Tom se intromete.
- E somos! - os dois falam juntos, depois todos caem na gargalhada.
- Ei, Emily, podemos falar? - Pierre se aproxima perguntando.
- Ah, outra hora.
- Tem que ser agora. - ela o acompanha, e se distanciam do restante do grupo.
- Que foi?
- Lembra da nossa conversa?
- Claro, mas já contei a verdade pra Gabi, você não tem mais com que me contagiar.
- Tem certeza que contou tudo?
- Tenho.
- Ah, então preciso conversar com ela sobre como ela lida em saber que sua melhor amiga namora o cara que ela gosta.
- Eu não namoro ele.
- Não? São modernos então?
- Do que está falando?
- Eu vi vocês beijando.
- Não viu nada.
- Vi sim, inclusive estavam no almoxarifado.
- É a sua palavra contra a minha, e outra você está delirando, isso nunca aconteceu.
- Vamos ver quem é mais esperto.
- Não tenho medo de você.
- Devia ter.
CONTINUA...
- AH, Danny, é complicado. Eu estava apaixonado, ou melhor estou.
- Sabemos disso Tom, mas você nem a conheceu, quer dizer... Era uma farsa, pois sabemos que a Cecília é uma vaca. Acho que foi melhor assim. - Dougie tenta fazer as coisas parecerem melhores.
- Eu odeio dizer, mas eu avisei!
- Odeia nada, Harry, você adora!
- Ok, eu adoro. - concorda com Danny e todos acabam rindo.
- É, o negócio é viver a vida e esquecer o que passou!
- Isso, Tom, e você sabe estamos aqui.
- Valeu, Dougie. - os quatro tocam, e então Dayana e Manuela se aproximam, se cumprimentam.
- Danny, podemos conversar?
- Claro, Araújo. - os dois saem.
- Manu, você sabe da Gabi?
- Ela foi pra sala.
- Vou lá então, até mais. - Dougie sai.
- Galera, eu deixo vocês, pois preciso fazer algo muito importante.
- O que é tão importante à essa hora da manhã, men?
- Coisas! Fui. - sai antes que o amigo lhe enchesse de questões.
- E aí, Manu, pronta pra nossa apresentação mais tarde?
- Sim. - envergonhada.
- Está tudo bem?
- Aham.
- Você parece nervosa. Se é pela proposta, relaxa, não estou pensando nada de você, viu?
- AH! Não. É que foi uma péssima ideia.
- Bom, eu acho um ideia estranha, mas não péssima. Se resolver considerá-la, me fala. Até mais. - beija o rosto dela e sai, Emily se aproxima abraçando-a por trás.
- Nem me esperou! Que feio! HAHAHA, te amoo, preciso ir, estou atrasada. Fui! - sai correndo.
- Que maluca! - olha pra amiga e grita. - Doida! te amo também.
Na sala, Dougie tentava acalmar Gabriela...
- Relaxa, dará tudo certo.
- Eu espero.
- Você fica linda assim.
- Assim como?
- Pilhada! - começa a rir da cara dela que lhe mostra a língua.
- Besta! Óh, que tal darmos um role hoje depois da escola?
- Estou sem grana.
- Que foi que falou em dinheiro? Eu quero dar uma volta na praça, e se gastarmos eu te pago um sorvete.
- Ok, mas sem me pagar nada.
- Machista!
- Não sou machista. Só não quero abusar de você.
- Machista!!!!
- Mala. - mostra a língua pra ela, Manuela entra na sala.
- Gente. - os dois a olham. - Eu sou muito feia?
- Ah, Manuela, claro que não. - Gabi responde como se fosse obvio.
- Você é gata, só falta se vestir um pouco melhor, talvez.
- Jura?
- Claro, Granger, por quê? - Dougie fica curioso.
- Nada. - os dois olham pra ela forçando-a falar. - Ok, eu gosto de alguém e tenho medo dela me achar ridícula.
- Jamais ele acharia isso,amiga.
- Nossa! O amor é uma droga.
- Por que Dougie? - Jones pergunta.
- Ah, mew, a Manu gosta de um cara e tem medo dele não gostar dela, o Tom se apaixonou, mas levou um fora e descobriu que a menina não é a mesma pela qual ele se apaixonou, o Harry gostando da Emily que também gosta dele, mas não quer te magoar, e eu... - ele para de falar quando percebe que está quase se entregando.
- Você? Está gostando de alguém? - Manuela pergunta.
- Não. E eu que não conheço o amor, sofro por não tê-lo na vida.
- Aaah.
Enquanto isso no pátio da escola...
- O que quer falar comigo?
- Danny, não dá mais para ficarmos nessa.
- Nessa?
- É! Eu sou apaixonada por você desde que nasci praticamente e quando penso ter uma chance, você me enrola Não dá. Você precisa dizer o que quer. Não quero sofrer como aconteceu como Pierre.
- Tudo bem.
- Então você quer ou não quer ficar comigo, seja direto, porque... - desembestou a falar, e ela a corta com um beijo.
- Eu te quero, te quero muito.
- Jura?
- Juro. - se beija novamente.
No almoxarifado do colégio....
- Ai. Espera. - Emily fala pra Harry que começa a derrubar os produtos de limpeza.
- Foi mal. - volta a beijá-la.
- Que saudade!
- Não mais que eu.
- Hahaha, até nisso você quer ganhar?
- Daves, ganhar é meu lema. Eu ganhei você, eu ganhei o concurso, eu sempre ganho.
- Convencido.
- Eu posso. - ela começa a rir. - Você sabe que estou brincando.
- Sei. - fala ironicamente, e ri.
- Boba. - se beijam de novo.
- Nossa! Olha a hora, preciso ir pra aula.
- Em., você já perdeu a aula toda mesmo.
- Não, a Daya vai desconfiar, nós dois faltando da aula.
- É, tem razão. Vamos.
- Ok, vou na frente, já que você foi resolver algo.
- Está bem. Vê se da próxima vez não se atrasa. - beija a testa dela.
- Desculpa. - beija o lábios dele e sai.
No intervalo, todos os amigos sentados juntos, quando Dayana e Danny se beijam....
- Opa! Que isso? - Emily fala brincando.
- Estamos juntos. - Danny responde.
- Nem percebemos. - Gabi brinca.
- Pelo menos, tem alguém feliz. - Dougie comenta.
- Você está infeliz?
- Não foi isso que quis dizer, Harry.
- Não foi o que pareceu.
- Não enche, véi.
- Você dois adoram discutir, parece até marido e mulher. - Tom se intromete.
- E somos! - os dois falam juntos, depois todos caem na gargalhada.
- Ei, Emily, podemos falar? - Pierre se aproxima perguntando.
- Ah, outra hora.
- Tem que ser agora. - ela o acompanha, e se distanciam do restante do grupo.
- Que foi?
- Lembra da nossa conversa?
- Claro, mas já contei a verdade pra Gabi, você não tem mais com que me contagiar.
- Tem certeza que contou tudo?
- Tenho.
- Ah, então preciso conversar com ela sobre como ela lida em saber que sua melhor amiga namora o cara que ela gosta.
- Eu não namoro ele.
- Não? São modernos então?
- Do que está falando?
- Eu vi vocês beijando.
- Não viu nada.
- Vi sim, inclusive estavam no almoxarifado.
- É a sua palavra contra a minha, e outra você está delirando, isso nunca aconteceu.
- Vamos ver quem é mais esperto.
- Não tenho medo de você.
- Devia ter.
CONTINUA...
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Oh, Jones! parte 25
O baile começa, ninguém estava tão bem vestido quanto as meninas, mas também não tinha ninguém que estivessem tão sozinhas como elas, afinal seus pares passavam a maior parte do tempo no palco, no entanto ainda tinha uma a outra...
- O Danny é demais!
- Daya, menos vai, está idolatrando muito ele. - Em. dá palpite.
- Deixa de ser ranzinza! - Manu defende.
- Gabi, me ajuda aqui! - Emily pede socorro, mas a amiga nem percebe que estavam falando com ela. - Gabi?
- Oi?
- Você está em que planeta? A Daves estava falando com você.
- Eu só estava pensativa, Daya, desculpa. O que falou, amiga?
- Que a Araújo tem idolatrado muito sem irmão.
- Fato, tem mesmo! Estão igual chiclete.
- Iii, vocês estão é com inveja porque gostam do mesmo cara e tiveram que desistir dele, isso sim! - Manuela falou sem querer e as três a olharam sem graça. - Ain, gente desculpa, mas é que é a verdade, deixa a menina ser apaixonada já que ela pode.
- E você também é só contar para o Tom. - Emily retruca com outra verdade.
- É eu sei, irei falar hoje, assim vocês largam do meu pé. - levanta.
- Onde você vai? - Gabi quem pergunta.
- Para o camarim falar como Tom!
- Aeeee!! Boa sorteeee! - as três falam animadíssimas, e Manu saí.
- Que bom que ela se decidiu logo!
- É, Emily espero que o Danny também se decida logo.
- Ele vai sim, você vai ver! - Gabi diz convicta, segundos depois Dougie, Harry e Danny se aproximam.
- E aí curtindo o show? - Judd pergunta sem tirar os olhos de Daves que cora.
- Muito. - todas respondem.
- Daya, que tal aproveitar o intervalo e dançar comigo?
- Claro, Jones. - se levanta e seguem até a pista de dança.
- Faço minhas as palavras do Danny. - Dougie diz, Gabi levanta-se e vão pra pista também.
- É, nada séria mais perfeito que poder dançar contigo nesse momento. - Harry comenta se sentando de frente pra ela.
- E quem foi que disse que não podemos.
- Podemos?
- Sim, contanto que não seja na pista de dança.
- Onde então?
- Me encontre no corredor dos armários e verás! - pisca e levanta, ele espero por alguns segundos e vai até ela.
- O que vai aprontar?
- Vem dançar comigo! Podemos ouvir a música daqui. - se aproximam e iniciam a dança.
- É tão bom dançar com você, mesmo que não seja entre todos. - sorri pra ela que faz o mesmo.
Enquanto isso no camarim....
- Manu,o que foi? Fale logo.
- É....
- Você está gaguejando desde que entrou por aquela porta.
- Eu sei, me desculpa. É que eu ...
- Você?
- Nada, esquece.
- Não! Agora vai me falar.
- Melhor não.
- Manu!
- Ok, é que eu sou virgem, e o garoto que eu gosto não, estou com medo dele não gostar de sair comigo, e pensei que pudesse me ajudar de alguma forma.
- O que? - ele se assusta.
- AH, não devia ter falado, melhor eu ir, tchau. - ia saindo quando se vira novamente para ele. - Não conte a ninguém, please. - sai praticamente correndo.
- Ela disse mesmo o que acho que disse? Gente! - pensa sozinho, seu celular toca.
" Por favor, não podemos mais nos falar"
" O que? Por quê?"
" Eu descobri quem é você, me desculpe, mas não existe possibilidade entre nós."
" Você me conhece?"
" Sim, mas gostaria de não conhecer, me esquece!"
" Não posso te esquecer!"
" Sei que s im. Adeus! Nunca mais me procure!"
" Você deve estar com vergonha, não precisa, quero te conhecer não é justo só você saber quem sou!"
" Sou Cecília Hestin, e te odeio!"
- O que? Não pode ser. - ele pensa sozinho, e lágrimas começa a escorrer.
CONTINUA....
- O Danny é demais!
- Daya, menos vai, está idolatrando muito ele. - Em. dá palpite.
- Deixa de ser ranzinza! - Manu defende.
- Gabi, me ajuda aqui! - Emily pede socorro, mas a amiga nem percebe que estavam falando com ela. - Gabi?
- Oi?
- Você está em que planeta? A Daves estava falando com você.
- Eu só estava pensativa, Daya, desculpa. O que falou, amiga?
- Que a Araújo tem idolatrado muito sem irmão.
- Fato, tem mesmo! Estão igual chiclete.
- Iii, vocês estão é com inveja porque gostam do mesmo cara e tiveram que desistir dele, isso sim! - Manuela falou sem querer e as três a olharam sem graça. - Ain, gente desculpa, mas é que é a verdade, deixa a menina ser apaixonada já que ela pode.
- E você também é só contar para o Tom. - Emily retruca com outra verdade.
- É eu sei, irei falar hoje, assim vocês largam do meu pé. - levanta.
- Onde você vai? - Gabi quem pergunta.
- Para o camarim falar como Tom!
- Aeeee!! Boa sorteeee! - as três falam animadíssimas, e Manu saí.
- Que bom que ela se decidiu logo!
- É, Emily espero que o Danny também se decida logo.
- Ele vai sim, você vai ver! - Gabi diz convicta, segundos depois Dougie, Harry e Danny se aproximam.
- E aí curtindo o show? - Judd pergunta sem tirar os olhos de Daves que cora.
- Muito. - todas respondem.
- Daya, que tal aproveitar o intervalo e dançar comigo?
- Claro, Jones. - se levanta e seguem até a pista de dança.
- Faço minhas as palavras do Danny. - Dougie diz, Gabi levanta-se e vão pra pista também.
- É, nada séria mais perfeito que poder dançar contigo nesse momento. - Harry comenta se sentando de frente pra ela.
- E quem foi que disse que não podemos.
- Podemos?
- Sim, contanto que não seja na pista de dança.
- Onde então?
- Me encontre no corredor dos armários e verás! - pisca e levanta, ele espero por alguns segundos e vai até ela.
- O que vai aprontar?
- Vem dançar comigo! Podemos ouvir a música daqui. - se aproximam e iniciam a dança.
- É tão bom dançar com você, mesmo que não seja entre todos. - sorri pra ela que faz o mesmo.
Enquanto isso no camarim....
- Manu,o que foi? Fale logo.
- É....
- Você está gaguejando desde que entrou por aquela porta.
- Eu sei, me desculpa. É que eu ...
- Você?
- Nada, esquece.
- Não! Agora vai me falar.
- Melhor não.
- Manu!
- Ok, é que eu sou virgem, e o garoto que eu gosto não, estou com medo dele não gostar de sair comigo, e pensei que pudesse me ajudar de alguma forma.
- O que? - ele se assusta.
- AH, não devia ter falado, melhor eu ir, tchau. - ia saindo quando se vira novamente para ele. - Não conte a ninguém, please. - sai praticamente correndo.
- Ela disse mesmo o que acho que disse? Gente! - pensa sozinho, seu celular toca.
" Por favor, não podemos mais nos falar"
" O que? Por quê?"
" Eu descobri quem é você, me desculpe, mas não existe possibilidade entre nós."
" Você me conhece?"
" Sim, mas gostaria de não conhecer, me esquece!"
" Não posso te esquecer!"
" Sei que s im. Adeus! Nunca mais me procure!"
" Você deve estar com vergonha, não precisa, quero te conhecer não é justo só você saber quem sou!"
" Sou Cecília Hestin, e te odeio!"
- O que? Não pode ser. - ele pensa sozinho, e lágrimas começa a escorrer.
CONTINUA....
domingo, 8 de setembro de 2013
Oh, Jones! parte 24
O grande dia chegou, ou melhor a grande noite, os bailes de sábado a noite iria começar, e o grupo musical dos meninos tocariam para um publico razoavelmente grande. Todos estavam muito ansiosos mas no momento esperavam para ver as lindas meninas que seriam seus pares...
- Vamos, meninas! - Jones gritou.
- Lá vamos nós, estão preparados? - Emily gritava lá de cima da escada.
- Simm!! - responderam os meninos em coral.
- Então, a primeira linda que desce é Manuela, com seu corpete preto e sua sai rodada preta também. Com os cabelos pretos soltos e levemente enrolados nas pontas. - os meninos batem palmas. - Maquiagem romântica, singela, mas de boneca. Essa é a Manuela Granger.
- Urruh! - ela dá um sorriso e os meninos gritam.
- Minha acompanhante. - Harry lhe estende a mão.
- E a próxima linda desce as escadas em um vestido moderno, que tem uma calda e babados. Para combinar com a flor do cabelo o vestido é azul, e para criar um look mega descolado sandálias gladiadoras. Esta é Dayana Araújo. - os meninos batem palmas, gritam, fazem a festa, e Danny ajoelha aos pés dela.
- Maravilhosa! - levanta-se e estende as mãos.
- A linda que desce agora veste um vestido verde bem curtinho e trançado nas costa, o detalhe é que mesmo rodadinho é grudado nas pernas, não levanta e nem abaixa, o que tenho certeza que seu irmão agradece. - todos riem do comentário inclusive Gabi. - A garota do belo sorriso encontra-se com os cabelos presos em um coque despojado. Esta é a Beautiful Gabriela Jones.- todos batem palma e gritam, Dougie se aproxima sorrindo e lhe estende as mãos.
- E por último, Eu, a estilista. - aparece na escada sorrindo. - Me encontro em um vestido vermelho sedutor, com um decote v, e acinturado, mas bem rodado. Cabelos presos pela metade e pontas enroladas. Esta linda sou eu Emily Davis. - todos batem palmas, gritam e seu par Tom lhe estende as mãos.
CONTINUA....
Oh, Jones! parte 23
Gabriela foi para casa, e ficou sentada no sofá pensando em Dougie, mas se sentia confusa, não entendi porque estava tão chateada de vê-lo com outra, afinal ela gostava de Harry. Então Danny chegou em casa e ela o encheu de questões...
- Onde você estava? Por que não me avisou sobre nada? Como ele está?
- Nossa! Calma! Eu estava na sorveteria com a Daya. Não te avisei porque esqueci e não cruzei contigo, então ia te ligar, mas a Manu disse que você ia na casa dele. Ele não está muito bem não.
- Humm...
- Você está bem?
- Estou.
- Tem certeza? Eu te conheço e essa cara não é só por estar preocupada como Dougie.
- Claro que é. - a campainha toca, e ela vai abrir. - Dougie!
- Oi. - sorri, e ela logo o abraça.
- Estava preocupada com você.
- Estou legal. Obrigado por se preocupar.
- Entra, men! - Danny palpita.
- Beleza?! - Dougie cumprimenta o amigo.
- Cara, eu estou de saída, mas volto logo, fica aí com a Gabi.
- Ok, mas aonde vai?
- Vou resolver umas papelada para tocarmos nos bailes. Já volto. Faz companhia pra ele, mana. - vai saindo.
- Ok. - a porta se fecha.
- Pensei que ia me levar a matéria.
- É eu ia, na verdade eu fui... - ele a olhou tentando entender.
- Foi?
- É que vi você com uma garota e não quis interromper.
- Garota?
- É, uma loira, bonita.
- Ah, é a Lizzie.
- Estão namorando?
- O quê? Credo, é minha irmã. - começa a rir.
- Não acredito, ela já está grande desse jeito?
- Aham. Ela acabou de voltar da Inglaterra.
- Ela não estava estudando lá?
- Sim, meu pai estava pagando, mas agora com a situação da casa minha mãe não quis mais aceitar que ele pagasse escola pra ela.
- Eu não entendo porque ele não gosta de você.
- Ah, Gabi, é que... - ele para de falar e lágrimas enchem seus olhos azuis. - Melhor você não saber.
- Eu quero saber. - ela se aproxima dele.
- Não quero que tenha dó de mim.
- Eu não terei. - segura as mãos dele. - Eu quero esta contigo pra tudo.
- Meu pai casou-se com minha mãe porque ela estava grávida de mim, mas ele culpa ela por isso, diz que minha fez de propósito por causa que queria o dinheiro dele. Mas, com o tempo ele aprendeu a gosta da minha mãe, e então tiveram a Lizzie, porém, logo que ela nasceu e ele recebeu uma ligação de um ex-namorado da minha mãe dizendo que não sou filho dele, que minha mãe enganou ele, e que ainda engana, e que eu sei de tudo isso desde sempre. Foi por isso que meus pais se separaram, e então ele vei tirar satisfação comigo, e discutimos feio, nos ofendemos, desde então ele diz que não sou nada dele. Minha mãe jura de pé junto que sou filho dele, e ele me condena por acreditar. Ele quer um exame de DNA, no entanto minha mãe se recusa acha que ele tem que acreditar nela. Ela ainda o ama e vice-versa, mas um infeliz estragou tudo com uma simples carta e algumas fotos.
- Nossa!
- É... E eu perdi meu pai, eu sinto muita falta dele, mas o que dói é saber que ele ainda vive e não me quer como filho. Fazíamos muitas coisas juntos, sinto muita saudade de tudo que tínhamos. Minha mãe se culpa, pois brigamos por causa dela... - chora.
- Não fica assim. - o abraça, ele solta-se e a olha nos olhos.
- Agora está com dó de mim, com pena.
- Não, claro que não.
- Esse seu olhar...
- Não continue, não acredita em mim?
- Não é isso...
- Acredita ou não?
- Acredito. - sorri - Obrigado.
- Pelo que?
- Por ser você, não consigo me abrir assim com qualquer um, apenas com os caras.
- Estarei sempre aqui.
- Você é demais sabia?
- Ah, para. - sorri, e ele se aproxima beijando-a.
- Desculpa. - ele se afasta. - Desculpa, eu estava ... - Danny entra interrompendo.
- Voltei!
- Bom, já que voltou, vou até a casa da Daya. - sai.
- Atrapalhei algo?
- Ah, cara, eu contei pra ela sobre tudo da minha família, e ela sendo uma fofa comigo, não resisti, a beijei, e no momento que chegou estava pedindo desculpas. Será que estraguei tudo?
- Não, acho que não. Relaxa. Bora jogar vídeo-game?
- Bora.
Enquanto isso na casa da árvore de Harry...
- É tão bom passar o dia com você.
- Também acho, Harry. - ela deita em seu peito.
- Um droga não poder te beija na hora que eu quiser.
- Nem me fale, mas tenha paciência, logo iremos fazer tudo que quisermos na hora que quisermos.
- É, tem razão, você sempre tem. - a beija.
- Agora, vamos terminar o trabalho. - levanta.
- Aaaaah, jura?
- Aham. - ri da cara que ele fez.
- Com esse sorriso não tem como dizer não.
- Bobo. - pega a calça - Experimenta. - joga pra ele que vai provar e volta. - Ficou ótimo.
- Talvez tenha que ajustar uma coisa.
- O que?
-Acho que está um pouco apertado. - ela se aproxima.
- Onde?
- Aqui. - pega as mão dela e põe em sua bunda.
- Você não presta.
- Você também não. - morde os lábios e vira para ela, começa a beijar seu pescoço. - que pescoço mais cheiroso.
- Para com isso, se não eu não resisto.
- Eu quero que não resista. - segura seus cabelos com um pouco de força, e continua a beija o pescoço, morde a orelha.
- Eu sou virgem. - ele para e a olha.
- Sério?
- Eu sei que eu finjo ser a experiente, que saiu com os caras mais velhos, mas nunca me entreguei pra ninguém, estava esperando alguém especial e um momento certo.
- Se eu for o alguém especial, não se preocupe esperamos seu momento certo.
- Jura?
- Claro, mas só se me dizer que sou o alguém especial. - faz charme.
- Bobo! Claro que você é o alguém especial. - se beijam.
Mais tarde as meninas combinaram de irem a lanchonete comer juntas e conversarem...
- O que fizeram de bom hoje? - Manu pergunta.
- Ah, eu tomei sorvete com o Danny, foi mágico, ele é um fofo, e parece está interessado. Só de pensar que um dia achei que nunca teria uma chance.
- Que legal! - Emily fala. - Você está radiante!
- E você também, o que fez hoje? - Daya pergunta reparando no sorriso no rosto da amiga.
- Ah, eu? Nada de mais, fui até a casa do Harry terminar o trabalho, mas ainda não deu, a calça acabou ficando apertada, mas amanhã fazemos a última prova.
- E você, Gabi? - Manu percebe que a amiga estava pensativa.
- Eu? Ah, fiquei em casa, depois fui um pouco na Daya, e você?
- Fiquei conversando com o Tom na internet.
- Contou pra ele?
- Ah, Gabi, não é fácil assim.
- É sim, tome coragem, menina!
- Gabi, ela está certa, vamos dar mais tempo.
- Iii, Emily, logo você que é tão despojada e corajosa defendendo o medo dela de enfrentar a verdade.
- Ah, algumas situações nos fazem pensar melhor.
CONTINUA....
- Onde você estava? Por que não me avisou sobre nada? Como ele está?
- Nossa! Calma! Eu estava na sorveteria com a Daya. Não te avisei porque esqueci e não cruzei contigo, então ia te ligar, mas a Manu disse que você ia na casa dele. Ele não está muito bem não.
- Humm...
- Você está bem?
- Estou.
- Tem certeza? Eu te conheço e essa cara não é só por estar preocupada como Dougie.
- Claro que é. - a campainha toca, e ela vai abrir. - Dougie!
- Oi. - sorri, e ela logo o abraça.
- Estava preocupada com você.
- Estou legal. Obrigado por se preocupar.
- Entra, men! - Danny palpita.
- Beleza?! - Dougie cumprimenta o amigo.
- Cara, eu estou de saída, mas volto logo, fica aí com a Gabi.
- Ok, mas aonde vai?
- Vou resolver umas papelada para tocarmos nos bailes. Já volto. Faz companhia pra ele, mana. - vai saindo.
- Ok. - a porta se fecha.
- Pensei que ia me levar a matéria.
- É eu ia, na verdade eu fui... - ele a olhou tentando entender.
- Foi?
- É que vi você com uma garota e não quis interromper.
- Garota?
- É, uma loira, bonita.
- Ah, é a Lizzie.
- Estão namorando?
- O quê? Credo, é minha irmã. - começa a rir.
- Não acredito, ela já está grande desse jeito?
- Aham. Ela acabou de voltar da Inglaterra.
- Ela não estava estudando lá?
- Sim, meu pai estava pagando, mas agora com a situação da casa minha mãe não quis mais aceitar que ele pagasse escola pra ela.
- Eu não entendo porque ele não gosta de você.
- Ah, Gabi, é que... - ele para de falar e lágrimas enchem seus olhos azuis. - Melhor você não saber.
- Eu quero saber. - ela se aproxima dele.
- Não quero que tenha dó de mim.
- Eu não terei. - segura as mãos dele. - Eu quero esta contigo pra tudo.
- Meu pai casou-se com minha mãe porque ela estava grávida de mim, mas ele culpa ela por isso, diz que minha fez de propósito por causa que queria o dinheiro dele. Mas, com o tempo ele aprendeu a gosta da minha mãe, e então tiveram a Lizzie, porém, logo que ela nasceu e ele recebeu uma ligação de um ex-namorado da minha mãe dizendo que não sou filho dele, que minha mãe enganou ele, e que ainda engana, e que eu sei de tudo isso desde sempre. Foi por isso que meus pais se separaram, e então ele vei tirar satisfação comigo, e discutimos feio, nos ofendemos, desde então ele diz que não sou nada dele. Minha mãe jura de pé junto que sou filho dele, e ele me condena por acreditar. Ele quer um exame de DNA, no entanto minha mãe se recusa acha que ele tem que acreditar nela. Ela ainda o ama e vice-versa, mas um infeliz estragou tudo com uma simples carta e algumas fotos.
- Nossa!
- É... E eu perdi meu pai, eu sinto muita falta dele, mas o que dói é saber que ele ainda vive e não me quer como filho. Fazíamos muitas coisas juntos, sinto muita saudade de tudo que tínhamos. Minha mãe se culpa, pois brigamos por causa dela... - chora.
- Não fica assim. - o abraça, ele solta-se e a olha nos olhos.
- Agora está com dó de mim, com pena.
- Não, claro que não.
- Esse seu olhar...
- Não continue, não acredita em mim?
- Não é isso...
- Acredita ou não?
- Acredito. - sorri - Obrigado.
- Pelo que?
- Por ser você, não consigo me abrir assim com qualquer um, apenas com os caras.
- Estarei sempre aqui.
- Você é demais sabia?
- Ah, para. - sorri, e ele se aproxima beijando-a.
- Desculpa. - ele se afasta. - Desculpa, eu estava ... - Danny entra interrompendo.
- Voltei!
- Bom, já que voltou, vou até a casa da Daya. - sai.
- Atrapalhei algo?
- Ah, cara, eu contei pra ela sobre tudo da minha família, e ela sendo uma fofa comigo, não resisti, a beijei, e no momento que chegou estava pedindo desculpas. Será que estraguei tudo?
- Não, acho que não. Relaxa. Bora jogar vídeo-game?
- Bora.
Enquanto isso na casa da árvore de Harry...
- É tão bom passar o dia com você.
- Também acho, Harry. - ela deita em seu peito.
- Um droga não poder te beija na hora que eu quiser.
- Nem me fale, mas tenha paciência, logo iremos fazer tudo que quisermos na hora que quisermos.
- É, tem razão, você sempre tem. - a beija.
- Agora, vamos terminar o trabalho. - levanta.
- Aaaaah, jura?
- Aham. - ri da cara que ele fez.
- Com esse sorriso não tem como dizer não.
- Bobo. - pega a calça - Experimenta. - joga pra ele que vai provar e volta. - Ficou ótimo.
- Talvez tenha que ajustar uma coisa.
- O que?
-Acho que está um pouco apertado. - ela se aproxima.
- Onde?
- Aqui. - pega as mão dela e põe em sua bunda.
- Você não presta.
- Você também não. - morde os lábios e vira para ela, começa a beijar seu pescoço. - que pescoço mais cheiroso.
- Para com isso, se não eu não resisto.
- Eu quero que não resista. - segura seus cabelos com um pouco de força, e continua a beija o pescoço, morde a orelha.
- Eu sou virgem. - ele para e a olha.
- Sério?
- Eu sei que eu finjo ser a experiente, que saiu com os caras mais velhos, mas nunca me entreguei pra ninguém, estava esperando alguém especial e um momento certo.
- Se eu for o alguém especial, não se preocupe esperamos seu momento certo.
- Jura?
- Claro, mas só se me dizer que sou o alguém especial. - faz charme.
- Bobo! Claro que você é o alguém especial. - se beijam.
Mais tarde as meninas combinaram de irem a lanchonete comer juntas e conversarem...
- O que fizeram de bom hoje? - Manu pergunta.
- Ah, eu tomei sorvete com o Danny, foi mágico, ele é um fofo, e parece está interessado. Só de pensar que um dia achei que nunca teria uma chance.
- Que legal! - Emily fala. - Você está radiante!
- E você também, o que fez hoje? - Daya pergunta reparando no sorriso no rosto da amiga.
- Ah, eu? Nada de mais, fui até a casa do Harry terminar o trabalho, mas ainda não deu, a calça acabou ficando apertada, mas amanhã fazemos a última prova.
- E você, Gabi? - Manu percebe que a amiga estava pensativa.
- Eu? Ah, fiquei em casa, depois fui um pouco na Daya, e você?
- Fiquei conversando com o Tom na internet.
- Contou pra ele?
- Ah, Gabi, não é fácil assim.
- É sim, tome coragem, menina!
- Gabi, ela está certa, vamos dar mais tempo.
- Iii, Emily, logo você que é tão despojada e corajosa defendendo o medo dela de enfrentar a verdade.
- Ah, algumas situações nos fazem pensar melhor.
CONTINUA....
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